ADEUS, MAMÃ!
ADEUS, MAMÃ!
*
Transformo a minha dor em dor nenhuma
Se recordo o menino que gerei
E as coisas que jamais aceitarei
Dissolvem-se no ar feitas em espuma...
*
Num vão peculiar do meu sentir,
Arrumada a miragem, com carinho,
Lá fica o meu menino deitadinho
Num berço de memórias, a dormir
*
Agora é o poema quem comigo
Passeia de mãos dadas, desce à rua,
Dorme na minha cama e, de manhã,
*
Me vem chamar para brincar consigo...
Mas, mal acorde a noite e nasça a lua,
É quem me diz num beijo; - Adeus, mamã!
*
Maria João Brito de Sousa – 2007
(Reformulado)
In, Poeta Porque Deus Quer, Autores Editora, 2008
NOTA – Mais um daqueles sonetos que reformulei com alguma relutância e o mínimo possível, muito embora tivesse, no seu original, uma enorme falha métrica – doze sílabas poéticas no verso final - que teria sido facilmente evitável, não fosse faltar-me a prática que só todos estes anos a trabalhar o soneto clássico me viriam a trazer.
“Bandeira negra”
ResponderEliminarSão o sal de Portugal
Palavras de outro mar
Que não poderás calar
Pois cravadas no areal
São memória integral
De quem tudo soube dar
E sem nunca questionar
Sobre o seu valor real
Povo que dá o que tem
Culmina em exaustão
É tratado com desdém
Por aqueles que o não são
Mas que se o fossem porém
Cedo emendariam a mão.
Chá distraído.
ResponderEliminar... também eu o sou... vou tentar vê-lo
EliminarChá alimentou-se.
ResponderEliminarEstá estranha, a ligação... vou ver o Chá, Poeta!
Eliminar“Supervisionados”
ResponderEliminarMenos de um mês bastou
Não existem qualificativos
Espaço mediático saturou
Estão fartos os mortos e vivos
Tanta lei, tanta autoridade
Tanta supervisão financeira
Não evitam a promiscuidade
Nem a queda para a asneira
Que do país tomou conta
Transformando-o em lamaçal
Ao sabor de interesses mil
Só pode ser uma afronta
Para denegrir Portugal
Bem montado este ardil.
Prof Eta
Eliminar... pr`a denegrir Portugal,
Pr`acabar c`os portugueses,
Pr`a meter-nos num curral
E tratar-nos como rezes,
Porque, Poeta, afinal,
Muitos só comem "às vezes"
E muitos mais comem mal
Por causa de tais "fregueses"
Que nunca olharam a meios
Para atingir a riqueza
E, contra interesses alheios,
Roubam pão de cada mesa,
P`a mal dos nossos receios,
Ao lixar-nos... em beleza!
M. João
Espero estar online, ainda ... recebi um telefonema de uma tia que está muito doente e larguei este sonetilho mal-amanhado...
Abraço grande!
Chá tóxico.
ResponderEliminarpobre Chá!
Eliminar“Tango solo”
ResponderEliminarDançando com a solidão
Nunca me ouvera ocorrido
Mas chegou-me ao ouvido
Em jeito de sugestão
Dei-lhe toda a razão
Como se fizesse sentido
P'ra logo me sentir perdido
Por não ver a multidão
Mas dancei sem ouvir nada
Recusando estar acordado,
O sonho não foi em vão
Pois vi toda a gente sorrir
Deliciados com o sapateado
Ao som dum acordeão.
"Desafinação"
EliminarVai quadra "de pé quebrado",
Tão quebrado quanto eu estou,
Mas, de contrato assinado,
Meu coração... sossegou!
Cada verso acentuado
Da forma que aqui ficou,
Deixa o "pé" desafinado
Mas este erro... lá passou...
Foi-se-me a música toda
Porque esta dor de cabeça
Pôs-me tudo a andar à roda
E, por mais que o verso meça,
Já não lhe acrescento a coda
Porquanto esta dor me "empeça"...
Maria João
Vai a brincar, mas com uma dor de cabeça bem real... abraço grande, Poeta!
EMPEÇAR - Estorvar (popular)
Lembrava-me bem deste "empeçar" que a minha Aurorinha usava muito, mas fui confirmar no Dicionário Online. Penso que seja um regionalismo e como ela é natural de Trancoso, deve ser beirão... mas não consegui confirmar. Há expressões populares que se usam no país inteiro, penso eu...
Chá piou.
ResponderEliminarEstou muito cansada e com muitas cefaleias, mas sempre quero ouvir o "pio" do Chá...
Eliminar“Aleluia”
ResponderEliminarAuge da espécie humana
Estamos prestes a celebrar
Celebramos de forma ufana
Este crescimento sem par
Cresce assim a economia
Acumula-se tanta riqueza
Celebramos com alegria
Até esquecemos a pobreza
Dos espíritos milionários
Que nos guiam ao paraíso
Fruto da imensa bondade
São os poucos visionários
Que ocultam o prejuízo
E nos vendem a liberdade.
Prof Eta
Ó, se ocultam! Ó, se inventam,
EliminarOs "pobres" dos milionários
Que contra todos atentam
De formas e de modos vários!
Se com "bondade" nos tentam,
Com "bondade", os salafrários,
Depressa nos "arrebentam"
Com direitos e salários...
Celebre-se a resistência
E os resistentes também,
Mas, de resto... haja paciência!
Podem, os "filhos da mãe",
Dizer que têm consciência...
... então não trabalha bem!!!
M. João
Estas "respostas" vão todas a precisar de gesso, coitadas... está tudo de pé quebrado, mas vai com um abraço!
Dilema do chá.
ResponderEliminarO dilema do Chá e a minha dorzinha de cabeça... ... saiu-me esta, Poeta...
Eliminar“Eclipse lunar”
ResponderEliminarAniquilados estamos
Em tempos de arrasar
Hipnotizados ficamos
Neste casino a jogar
Ao black jack nos vamos
Com o copo a cintilar
Umas dez fichas jogamos
É on the rocks emborcar
Sempre em busca do filão
No final já nem notamos
Onde nos querem levar
Resistir não é condição
Apenas e só estranhamos
Não ver a luz do luar.
Cartilha do chá.
ResponderEliminarVou ver essa cartilha, Poeta!
Eliminar“Decapitados”
ResponderEliminarEu estou horrorizado
Com esta linda canção
Não é flamenco nem fado
Nem música no coração
É o silvo das catanas
É metralha, são explosões
Bombardearam as cabanas
Alimentaram as razões
Lutam os anjos e santos
Os pecadores e o vilões
Decapitados foram tantos
Quer os bons quer os mauzões
De nada servem os prantos
Voltemos às lindas canções.
Prof Eta
Podem não servir, os prantos,
EliminarMas, se cantando, esquecemos
E nos perdemos nos cantos,
Mais teremos... do que vemos...
E aquilo que temos visto
Brada a tantos, tantos céus,
Que, mesmo não crendo em Cristo,
Vêem-no mesmo os ateus!
Portanto, não esmoreçamos
Nos protestos que fazemos
E nos gritos que aqui damos
Ou,assim que os não sintamos,
Também nos mereceremos
Esse ódio dos nossos "amos"...
M. João
Cá vai com o abraço do costume, Poeta... muito "de fugida" porque a ligação partilhada falhou...
CANTE DO AVÔ CANTIGAS
ResponderEliminarPROFECIAS do BAND ARRA
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Pus um banco e uma cadeira
P´ra assentar a obesidade
E assim desta maneira
Por falta de qualidade
Ou por peso em quantidade
Não resistiu a madeira.
Fiquei-me eu a cismar
Depois daquele solavanco
Que é muito mau engordar
E a história fez-me lembrar
Outra de um novo banco
Que cedo se irá quebrar.
Eduardo
"Quebram" bancos e cadeiras
EliminarNeste nosso Portugal...
São sintomas das asneiras
De quem faz tudo tão mal!
Lembremos; quantas canseiras,
Quanto labor pessoal,
Quanto empenho... e que "rasteiras"
Nos vão pregando, afinal?
Quebram cadeiras e bancos,
Mas ninguém quebra a vontade
Dos nossos protestos francos
E, por ser esta a verdade,
Vai-se avançando, aos "arrancos",
Sobre um mal que nos invade...
M. João
Muito grata por mais esta PROFESSIA, amigo Eduardo!
Peço, mais uma vez, desculpa por lhe responder com um sonetilho tão "coxo", mas a "crise" já está a atingir a minha criatividade e começo a sentir, mais do que nunca, a necessidade de ter umas "férias da criatividade"... digo "necessidade" porque há mais de um mês - mais ou menos... - que não consigo criar nada, com excepção de algumas quadras que me surgem sempre muito espontaneamente...
Preocupar-me-ia bastante, não fosse conhecer, desde que me lembro de ser eu, que conheço os "ritmos" de produção poética e sempre soube que não são constantes...
Deixo-lhe um forte abraço, extensível à sua esposa!
Maria João
Chá revoltado.
ResponderEliminar... e eu, hoje, estou demasiado dorida para seja o que for... só agora vou espreitar o Chá...
EliminarChá rápido.
ResponderEliminarVou vê-lo, Poeta!
Eliminar“Humano de lata”
ResponderEliminarEu estou robotizado
Sou um humano de lata
Um mero assalariado
Todos me põem a pata
Sou do mais produtivo
Faço o trabalho de dez
Quando já não fôr activo
Dão-me logo com os pés
Sou uma lata reciclável
Viro um carro ou foguetão
No mundo novo admirável
Em constante mutação
Ser humano é execrável
Viva esta robotização.
Eliminar... e eu... talvez seja de... Palha!
Mal a faísca se acenda,
Incendeio, nunca falha;
Armo já nova contenda...
... ou Leão, quando assim calha,
Que anda"à cata" de prebenda,
Sempre atrás de cada "gralha"
Mesmo que isso não se entenda...
Fosse mera fantasia
Que só servisse pr`a nós,
Muito a gente sorriria!
O pior, o mais atroz,
É que, à estranha alegoria,
Vem juntar-se o Mago de Oz...
Maria João
Aqui vai com um abraço grande e os votos de bom fim de semana! Ai, a pen...
Chá brilhante.
ResponderEliminarPoeta, vou ver o brilho do Chá e, depois, terei de me despachar porque a ligação voltou a estar indisponível e a carga da pen está no fim...
Eliminar"Mais valia"
ResponderEliminarNo planeta da mais valia
Onde já não vales nada
Uma esperança existia
Mas foi agora amputada
Com o tempo gangrenou
Foi enorme a infecção
Mas logo que se amputou
Deu nova vida ao cifrão
Já se pode desfrutar
Com enorme satisfação
Dessa alegria bolsista
Onde alguns vão singrar
Mas a maioria não
Nem importa que resista.
Prof Eta
"Mais Valeu!"
Eliminar"Mais valia"... e mais valeu!
Apesar da pressa toda,
Foi fruto de empenho meu
A que, agora, faço a poda,
Mas, se pouco ou nada deu,
A poesia fez roda
E o soneto lá cresceu;
Fez eco, tornou-se moda!
Depois disto vou ficar
Dois dias "a ver navios",
Sem nada para contar,
Vendo montanhas e rios,
Mas sem nunca me queixar
De que os versos são vazios...
Maria João
Nem queria responder porque, com este cansaço todo - também mental, sim... - acabo por só produzir "poesia a martelo"... mas deixei-me tentar...
Esta "coisa" da poesia, como a música, exige um "silêncio interior" que não tenho conseguido nos últimos tempos. Acreditem, ou não, é assim mesmo que"funciona"...
Cá vai, com um abraço grande!
Problema chá .
ResponderEliminarTambém eu, Poeta, estou com um problema ... melhor, muitos, como é comum em todos nós, mas este específico problema - falta de visão, agravamento da sinusite crónica e outros episódios de dor e cansaço que se começa a manifestar sob a forma de dificuldades na produção poética e até na leitura de artigos maiores do umas três ou quatro linhas de texto - acabou por me obrigar a tomar a decisão de vir mais esporadicamente ao computador, durante alguns dias, pelo menos.
EliminarVou agora ao Chá, mas nem sequer consegui actualizar as publicações que tenho pendentes na minha cronologia do Facebook...
Abraço grande!
Chá diz.
ResponderEliminarVou ouvir o que me diz o Chá, Poeta!
Eliminar“Assombração”
ResponderEliminarA mansão está assombrada
Anda tudo em alvoroço
Fantasma caiu da escada
Mas não partiu nenhum osso
Mordomo que é vampiro
Já chamou para o almoço
Princesa solta um suspiro
“Morde-me aqui no pescoço”
Lá fora a vida corre
Isenta de bruxaria
Sem qualquer assombração
Até de tédio se morre,
Mas como viver queria
Mudei-me para a mansão.
Eheheheh... Poeta, está uma delícia, esta sua Assombração!
EliminarAssombra(cinha)
Faço gosto em estar bem viva,
Mas depressa lhe direi;
- Não fosse eu tão criativa,
estaria morta, eu bem sei!
Qualquer coisa `inda me priva...
Qualquer coisa que encontrei
E que, aqui, me tem cativa
De quanto passo eu não dei...
Dor de cabeça, não falta!
Mas foi-se embora a visão
E, decerto, não tive alta
Desta minha condição
De ficar longe da malta
Pr`a ter muita inspiração...
M. João
Tentei responder-lhe no mesmo registo, Poeta, mas sei que este tipo de poesia não é, de forma nenhuma, a minha "praia"... bem, neste momento, nem sequer pela "minha praia" eu ando muito... bem , tenho andado a tentar arranjar qualquer coisa de jeito para o AURPICAS... o mais curioso é que as quadras só me nascem exactamente nas Quadras Encadeadas... acho que é uma forma poética que se quer no colectivo Assim, sozinha, não me dizem grande coisa...
Abraço grande! Vou já, já desligar isto!
REENCONTRO
ResponderEliminarDe tão longe que eu vim,
Olhei p´ra dentro de ti
E tudo o que lá não vi
Estava dentro de mim:
A ansiedade sem fim
Que em ti vi quando parti,
Afectos que reparti,
Teu perfume de jasmim.
Tudo retive guardado
Nos esconsos do meu ser
E, das sombras do passado,
Que foi célere e sem brio,
Regressei p´ra devolver
As faltas do teu vazio.
Eduardo
DESENCONTRO COM A FUNCIONALIDADE
EliminarJá desfeita dos vazios,
Mais racional, mais madura,
Tenho a força de mil rios
E, agora, ninguém me atura...
Já teço a manta pr`ós frios
Da gelada ditadura
Que nos prende sem ter fios,
Mas sempre causa ruptura
E, neste instante em que escrevo,
Mal vejo as letras que quero
Da palavra em que me enlevo,
Mas, cá no fundo, `inda espero
Dar, à letra, outro relevo
E nisso, agora, me esmero...
Maria João
Muito grata, amigo Eduardo! Cá vai o meu, feito imediatamente a seguir à leitura do seu... e um tanto ou quanto coxo, como me vai sendo habitual nesta "maré" de "desinspiração". Forte abraço para si e esposa!
“Dieta republicana”
ResponderEliminarA república e o presidente
Necessitam da contribuição
Pois são filhos de boa gente
Esquece lá a alimentação
Pensa nesse contributo
Que te alimenta a alma
Não te armes em bruto
Mantem o estilo e a calma
Em prol do sucesso da nação
Que ao sacrifício apela
Para a todos engrandecer
Será esta a motivação
Não há pátria como ela
Vamos por ela emagrecer.
Prof Eta
"Problemas da dieta demasiado rica em hidratos de carbono"
EliminarHá um fenómeno inverso
Que confere obesidade
Mesmo pr`a quem come um terço
Do que trouxe na vontade
Porque massa, arroz e pão,
Engordam sempre demais
E uma lata de feijão
Dá pr`a muitos comensais
Não havendo o tal teor
De proteína, exigido
Por homem, seja quem for,
Que assim coma - ou que é "comido"... -
E que perde o seu vigor
Embora o muito ingerido...
M. João
Poeta, foi o que me ocorreu assim que li o seu sonetilho... abraço grande!
Chá do rio.
ResponderEliminar... parece mentira, mas só há pouco cheguei a casa e tive de ir preparar o jantar antes de vir até a computador...
EliminarVou ver o Chá do rio!
“Loucos apenas”
ResponderEliminarTudo não se explica
Na loucura consciente
Que por vezes amplifica
Eco quase permanente
Tudo não se qualifica
Pelo catálogo vigente
Pois muita coisa fica
Apenas dentro da gente
Somos seres inexplorados
Muito além da ciência
Por estudos obstinada
Talvez um dia descodificados
Mas com muita paciência
Loucura seja despenalizada.
"Distúrbios emocionais?"
EliminarEle há mesmo, entre os humanos,
Distúrbios, transtornos tais,
Que, passados tantos anos,
Me cansam... se for demais...
Alguns "passam" por enganos,
Mas são sempre emocionais
E, mais ou menos insanos,
Almejam sempre a "normais"...
Se da "loucura" emergir
Um só ponto positivo,
Talvez nem loucura seja,
Mas não tenciono exigir,
Ao louco com quem convivo,
Que, a mim, saudável me veja...
Maria João
Cá vai, Poeta, pedindo desculpa pelas minhas mais prolongadas ausências, mas, conforme lhe tinha dito, cada frase escrita ou lida tem, agora, o peso de uma "pedrada na cabeça", "graças" à diminuição da acuidade visual que, agora, me tem "cativa" das limitações que impõe... abraço grande!
Chá fantasma.
ResponderEliminarVou ver esse fantasma do Chá, Poeta!
Eliminar“Virtual mente”
ResponderEliminarEstá tudo em evolução
Aqui no mundo virtual
Pior está a situação
No nosso mundo real
Descobriram a solução
Para a loucura global
Durante a experimentação
É que funcionou tudo mal
Vendem pois a ilusão
Algo que não existe afinal
Mas que todo o mundo cobra
Faz-me lembrar a situação
Da mezinha fundamental
Chamada banha da cobra.
Prof Eta
"Pragmática mente..."
EliminarMas que bela panaceia
Nos trouxe a banha-da-cobra!
Todos, dela tendo ideia,
Vão qu`rendo o que dela sobra...
Quanto a mim, tenho ilusões,
Mas só quanto à poesia...
Quanto ao mais, sem presunções,
Sei que há-de mudar um dia!
Se "evolução", preferindo
Quantidade a qualidade,
Nos vai, a nós, preterindo,
Não tem grande qualidade
Se evocar um mundo "lindo"
Sem cultura ou liberdade...
Maria João
Aqui vai com o meu abraço, Poeta! Não sei quanto tempo vou aguentar por aqui, hoje, uma vez que a lei de Murphy está a fazer sentir, em pleno, os seus efeitos...
Esquina do chá.
ResponderEliminarLá vou, Poeta, apesar da fortíssima "maré" de cãibras...
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