VÔOS CRUZADOS EM SONETO ALEXANDRINO
VÔOS CRUZADOS EM VERSO ALEXANDRINO * Voar, voar, voar, ainda que por dentro, ainda que sem tento, ainda que a lembrar as ondas do meu mar nos braços do meu vento e os rasgos de talento a que eu puder chegar * E decompõe-se o ar do qual eu me sustento em espasmos de ouro lento e raios de luar que ficam a pairar num pasmo sonolento, sonhador, mas atento a tudo o que encontrar * Bastava-lhe sorrir. Nada porém bastou quando o olhar focou no que estava por vir, mas sem o omitir, nunca o justificou. * Nesse dia acordou para não mais dormir apesar de sentir o quanto lhe pesou tudo o que ultrapassou pra não escolher fugir. * Maria João Brito de Sousa – 23.11.2018 – 05.35h