SONETO-DEDICATÓRIA
SONETO-DEDICATÓRIA * Terçando as armas que deixei pra trás, revivalista fui, por um instante, de um passado tão morto e tão distante quanto o meu espanto vão, de tão fugaz. * Perdido o espanto, nada já me apraz, mas se arma e sonho fossem a constante da luta que esta vida leva avante, então talvez... talvez morresse em paz. * Volto ao revivalismo abandonado, embora velha, embora enfraquecida, ergo o punho bem alto, bem cerrado, * E quem fica pra trás morta e vencida, não é o sonho nunca conquistado, é a derrota, nunca consentida! * Maria João Brito de Sousa – 30.09.2018 – 12.15h Imagem - Tela de Pablo Picasso