SONETO MUITO SURREAL, SÓ PARA DESCONTRAIR... OU NEM POR ISSO...
(Em verso eneassilábico) Trago a louca impudícia das horas A tanger-me em violinos traídos E a surpresa das aves canoras Sobre arames farpados floridos, Uso abismos sem fim como escoras Dos mais altos castelos erguidos Aos dilemas de amor das amoras, Ou à dor de uns piratas vencidos! Conquistei terra e mar aos meus medos, Moldei estátuas nas chamas de velas, Dediquei-me a aprender, dos penedos, A dureza - o seu ponto mais forte... - E, encontrando maleita, ou sequelas, Proporciono, ora alívio, ora… morte! Maria João Brito de Sousa – 26.11.2012 – 21.47h IMAGEM - Tela de Oleg Shuplyak Reformulado a 25.11.2015