Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta limitações

SOLFEJO - Fusas, semi-fusas e colcheias

Imagem
  Tombam-me as mãos doridas e confusas Sobre as letras profusas que mal vejo Se disso tenho ensejo... e tu recusas As mesmas semi-fusas que eu almejo... Hei-de queixar-me ao Tejo que me acusas De não cantar-lhe as musas, pois fraquejo! Ah, sobra-me o desejo e, se te escusas, Mais perco, em águas lusas, meu solfejo... Alguma razão tens, pois vou falhando; Os olhos vão errando, as mãos também, E nada me sai bem... mas vou tentando! Talvez tornando brando o que me vem Das águas de ninguém, sem como ou quando, Ainda que chorando, eu cante bem. Maria João Brito de Sousa - 04.01.2017 - 17.40h    

UM POST MUITÍSSIMO DIFERENTE

Imagem
Hoje não há soneto! Ao menos uma opção eu consegui fazer... e escolhi o que daqui vai sair e cujo conteúdo vai ser absolutamente espontâneo, ao correr do teclado e de algumas "penas" que por cá ainda vão permanecendo... também não vai dar para a Fábrica de Histórias. Autores, peço-vos, publicamente, perdão mas não consegui gerir o meu tempo dentro destas limitações todas... vai ser um post-porkedeusker, sem versos nem rimas. Ontem cheguei do hospital a cambalear de cansaço. Movia-me, no entanto, a vontade de publicar o meu soneto do dia, razão pela qual nasceu aquela "composição bucólica" do post anterior, publicada em cima da dead-line do inevitável - e desejável - fecho do Centro Pastoral. Tudo mais ou menos, tudo muito "a segurar pelas pontas", como se não houvesse amanhã... ou hoje. Hoje - afinal havia "hoje"... :) - acordei tarde e más horas, toda partidinha e incapaz de tomar um duche num período de tempo inferior às duas horas que me separ...