TOO FAR AND TOO SOON
TOO FAR AND TOO SOON * Sem espaço para ter privacidade, Nem tempo pra pensar e reflectir, Vai a espécie tentando evoluir Sobre as cinzas da própria sanidade * E, atrocidade sobre atrocidade, Vai conseguindo, o homem, prosseguir, Sem poder vislumbrar, nem discernir, Que vai perdendo a sua identidade. * Quanto nos restará de liberdade? Que pergunta tão tola hoje me invade E porque teimo sempre em resistir * À mais que inconcebível quantidade De gente que entroniza uma igualdade Onde ela está prontinha a sucumbir? * Maria João Brito de Sousa – 09.01.2018 -12.45h