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A mostrar mensagens com a etiqueta 13 de maio

LETRAS, TANTAS LETRAS...

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  Pequenos riscos negros, sinuosos… Mas não foi por acaso que os tracei, Ou então… é “acaso” o  que eu serei Enquanto os semear, assim, viçosos…   Por vezes gritam, rudes, alterosos, Saltando do papel em que os lancei… Outras vezes, porém, mal os pousei, Já sussurram mil sons silenciosos…   Se não fazem sentido… que sentido Faço eu, então, por cá, se de mim brotam, Se destas mãos magoadas vão nascendo?   E, se acaso são meus, terei mentido? Pequenos riscos – quase nem se notam… – Aos quais tanto me entrego e assim me prendo…         Maria João Brito de Sousa - Pormenor de "O Filho do Homem".