SONETO PARA MARCHAR, MARCHAR!
Sigamos, mesmo sós, fincando o pé, Erguendo o punho acima do poder, Impondo aos sortilégios da maré Esta vontade infinda de vencer! Ergamos, libertária, a nossa fé Sobre os que estão cansados de saber Que conduzem o povo em marcha-a-ré, Alegando que assim teve de ser! Vai-se fazendo tarde e não é hora De procurar caminhos menos duros Pois sempre que um de nós gritar; - Agora! Saberemos que o dia não demora E, mesmo por carreiros inseguros, Havemos de ir aonde o sonho mora! Maria João Brito de Sousa – 28.08.2012 -15.52h Imagem retirada da internet, via Google