À BLUSA QUE ME OFERECERAM E QUE EU VESTI SEM SABER QUE ERA TRANSPARENTE
Não fora eu distraída como sou E não teria rido como ri, Por isso, antes nem ver como ficou A blusa transparente que vesti… Pode ser criancice, mas estou Ridícula… e não me arrependi E se houve alguém que viu e não gostou, Paciência! Só depois é que eu me vi… Com tanto acto-falhado e tanta asneira A vida até parece brincadeira E muito raras vezes me arrependo, Pois, sabendo aceitar a maluqueira, Podemos rir-nos sempre, a vida inteira [assim, amigos meus, se vai vivendo…] Maria João Brito de Sousa