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A mostrar mensagens de fevereiro, 2008

REDESCOBERTAS II (O NOVO GAMA...)

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    Onde Camões viu mar, eu vejo espaço (nas índias deste infindo imaginário, uma nova Epopeia, outro cenário...) Por descobrir nos versos que aqui traço. *   Um mesmo Adamastor na nossa ideia; O medo que nos prende ao conhecido Quando há que cantar mais pr`a ser-se ouvido Porque o Cabo do Medo é mera estreia. *   Por cada estrela, um mundo! Aporto à ilha Que se ergue pra saudar o novo Gama Nesta absurda ilusão de Novo Império. *   Acesa a velha chama que em mim brilha Quando navego além da Trapobana, Decifra-se em Quixote este mistério. *     Maria João Brito de Sousa     29.02.08 - 12.00h

RESSURREIÇÃO

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    Verdade! O que vos digo é só verdade! Por não saber mentir, sou talvez louca, Embarga-se-me a voz e fico rouca De tanto vos falar da liberdade...   Às vezes sinto dor! Uma ansiedade Vem do fundo de mim, tapa-me a boca, Faz-me sentir que a minha  voz é pouca Pr`a vos tentar  cantar tanta saudade...   Depois vem uma Luz que me deslumbra, Arrebata-me inteira; corpo e alma, De novo se me torna a voz urgente   E assim vivo, entre a Luz e a penumbra, E nasce outro poema e fico calma E ressuscito em cada sol nascente...         Maria João Brito de Sousa     28.02.08 - 15.00h . Ao Yodlery porque, de alguma forma, mo sugeriu.

DÚVIDA EXISTENCIAL

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      Das palavras fazemos caravelas, Navegamos no espaço das ideias, Somos o germinar de panaceias, Pedras filosofais, chamas de velas...     Cruzamo-nos em vidas paralelas, Inventamos, no mar, mito e sereias, Acendemos o sol noutras candeias, Pintamos de outra cor as nossas telas.     Se trazemos em nós tanto futuro, Se abrimos uma porta ao amanhã E se nada nos trava, nem nos prende,     Porque razão será qu`inda procuro Pesar os prós e contras da maçã Que a mesmíssima cobra hoje me estende?       Maria João Brito de Sousa  . 27.02.08 - 16.00h

A BARCA DE CARONTE (Ao Poeta António de Sousa)

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  Sou, por tua vontade, ó mar ingrato, Da Barca de Caronte o timoneiro; Nela percorro o Universo inteiro Em busca do pecado ou do recato.   E, nela, o meu destino, esse insensato, Me condena ao inferno derradeiro De eterno comandante e prisioneiro Da barca a que me prendo, onde me mato...   Aqui, neste vai-vem, eu nasço e morro Mil vezes por segundo em cada dia Das mil eternidades por chegar   E, pr`a mim não há esp`rança de socorro, Nem porto para a barca da agonia A que me condenaste, ingrato mar...   Maria João Brito de Sousa - 27.02.2008 - 12.54h   Na foto, Miguel Torga e António de Sousa em Coimbra, 1937. Fotografia retirada do JL de 16.03.1981   NOTA - O soneto é de minha autoria e quem, como eu, tivesse vivido junto dele durante tantos anos, saberia que o "vestiu" na perfeição das suas horas mais amargas...  

REDESCOBERTAS

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    C onquistamos a Nova Imensidão; Somos descobridores e blogonautas A (de)compor novo hino em novas pautas, A rasgar, no futuro, outra canção. *   O nosso combustível de ilusão Vai convertendo as almas mais incautas E singra-se outro mar ao som das flautas Que abrem caminho à nova vastidão. *   Navega-nos a alma insaciável Levando o seu estandarte de ideais (que sempre foi preciso navegar!) *   E enfrenta-se a batalha inevitável; Olhai, além no cais, por entre os mais O Velho do Restelo a protestar! *     Maria João Brito de Sousa . 27.02.08 - 09.00h

RETRATO DIGITAL

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    Fui menina no pátio da Razão, Do mundo à minha espera no recreio, Dos brinquedos de extracto de ilusão, Da mochila com sonhos por recheio.   A boneca de trapos numa mão, Na outra um lápis - só para esboçar... - E, às vezes, uma corda ou um pião, Mas, sempre, o meu pincel para pintar!   Aqui deixo um retrato de menina (arquivado em suporte digital) Agora que a velhice se aproxima.   Do velho sonho apenas permanece O chamamento de anjo vertical. Quanto ao futuro, a esse, Deus mo tece.     Maria João Brito de Sousa - 26.02.2008   Nota - Soneto reformulado a 15.08.2015    

NAUFRÁGIO... OU TALVEZ NÃO...

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  P`ra onde me encaminho, nunca o sei... Perdi a minha bússola no mar! Talvez um dia a volte a encontrar... Qu`importa o que perdi, se o não paguei? . É transparente, o mar onde encontrei A bússola que não quisera achar... P`ra que quero um ponteiro de apontar Um mar que tantas vezes naveguei? . A Jangada-de-Acasos não tem rumo, É ela o meu destino, o meu caminho, Flutua porque é feita de ilusões... . De terra alguém me faz sinais de fumo... Fecho os olhos! Não vejo! Sou ceguinho! Amparai-me, ó sereias e tritões!   Maria João Brito de Sousa -25.02.2008 . Para o Poeta António de Sousa, por ser uma perfeita metáfora da sua vida nos últimos anos... e porque, na sua colossal ironia, o poderia ter escrito. Oeiras, 25 de Fevereiro de 2008 - 16.53h

CANTAR DEUS

Eu canto Deus como quem canta a vida... (é esse o meu humano ministério!) Eu canto a vida inteira e o mistério De SER depois da hora da partida... . Eu canto Deus nas coisas pequeninas! Aonde o encontrar o cantarei! A semente da voz que deixarei Traz a benção das causas mais divinas... . A quem quiser ouvir... canto baixinho, Como o Sol que se põe atrás do mar, Da vida, desta estranha caminhada, . Daquilo que encontramos no caminho, Daquilo que `inda está por encontrar Nas bermas das lonjuras desta estrada... . Feito agorinha mesmo... só para vos pedir um adiamento de 24horinhas... São agora 21.00h e antes que comecem todos a refilar comigo ou que, de todo em todo, deixem de me dirigir a palavra, vou dizer-vos que estou realmente doente. Uma colicazita renal. E junto-lhe o sufixo porque já tive piores... Agora não sei é como hei-de arranjar-me para entregar a tempo e horas os poemas, em triplicado, e segundo todas as regras (que são muitas), para os Jogos Florais. O livro vai ter de se...

A COR DAS ESTRELAS

Uma estrela é da cor que existe em nós. Azul ou amarela... tanto faz! A cor da estrela muda porque traz Ecos do nosso olhar, da nossa voz... . A estrela tem a cor que Deus quiser, A cor que for pulsando em nosso peito; Se o nosso olhar procura o que é perfeito, Devolve-nos a cor que nele houver.   São todas como espelhos pequeninos A reluzir no escuro firmamento E enqaunto olhos do céu, às vezes choram, . Se ousarem partilhar nossos destinos... Olhadas em total deslumbramento, Terão a cor dos sonhos que lá moram.     Maria João Brito de Sousa - 24.02.2008 - 13.25h . Acabadinho de nascer, a pedido do Frágil e com o Alto Patrocínio do Grande Arquitecto -23.02.08 - 13.25h

PEQUENA HOMENAGEM A ALBERTO CAEIRO

UMA ESMOLA PARA UM REI QUE VAI NU... . Tu pensas ser o rei... mas rei de quê? Dum mundo mat`rial, duma nação? Acaso conheceste uma prisão Maior do que o olhar de quem não vê? . A flor, o rio, o céu aqui ao pé E tu julgas-te rei, mas és, em vão, Apenas um a mais na multidão Que pensa tudo ser e nada é... . Uma flor, uma só... o mundo é meu! Um gato, um velho gato de telhado, Tem mais do que tu tens, é bem mais rico! . Tu pensas ser o rei ma,,,s rei sou eu Que VEJO e sinto e sei... tenho a meu lado Tudo aquilo que existe e te dedico! . Maria João Brito de Sousa - 24.02.2008 - 11.4h   Continuando (muito humildemente) a dar voz a A. Caeiro (Que o Mestre me perdoe. A minha "voz" saiu-me assim...)

ENDEREÇO (EM CONTRA-LUZ)

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  (Soneto em decassílabo heróico)   A todos vós, poeta me confesso! Quantas vezes o ar que respirei Foi única matriz do que engendrei Nos braços da palavra em que aconteço?   Poeta! Do direito e do avesso! Por dentro de um poema é que me sei Regressada dos longes que sonhei Pr`a dar-vos muito mais do que vos peço   Quando monto uma estrela muito azul Que orbita em derredor dos meus afectos E tem a porta aberta a todos vós,   Pr`a percorrer a Terra, Norte a Sul, Visitando os amigos mais dilectos Qual rio que retornasse à própria foz...         Maria João Brito de Sousa - 23.02.08 - 03.30h   (Reformulado a 04.08.2015)   . COMEMORAÇÃO DO CENTÉSIMO POST!  

UMA ROSA NA BLOGOSFERA

MOTE........................................................... .Tenho uma amiga que é Rosa!                                                                        Uma rosa virtual...                                                                         Escreve poesia e prosa                                                                         Com candura virginal!     TENHO UMA AMIGA QUE É ROSA! Uma rosa, quem diria... Por causa da Poesia Quase me sinto famosa...   UMA ROSA VIRTUAL... Coisa rara e nunca vista! Queira Deus qu`a Rosa exista Também no mundo real!   ESCREVE POESIA E PROSA Porque a Rosa tem talento E Deus, que está sempre atento, Quis torná-la talentosa...   E, sendo rosa, afinal, Não me espanta mesmo nada Ver essa flor contemplada COM CANDURA VIRGINAL! .   Estas Trovas são dedicadas à poetisa açoriana Rosa Silva e ao AFONSO, o meu novo Princípezinho...       Maria João Brito de Sousa . 22.02.08 - 15.30h  

ANGRA DO HEROÍSMO

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  Angra do Heroísmo, eu vi-te agora Num casario bordado a verde e mar! O sol, por entre as nuvens, vem beijar Casinhas onde o branco se demora...   Angra, eu não sei sequer como te vi Se aqui, no Continente, sempre estive, Se o meu corpo por cá resiste e vive Sem ter tido a ventura de ir aí...   E, no entanto, vi-te, eu sei que sim! Cidade recortada a branco e céu E a afundar-se no verde de colinas   E sei que agora vais morando em mim, Que me corre nas veias sangue teu Por obra de outras mãos bem mais divinas...       Maria João Brito de Sousa - 22.02.2008 - 13.31h . Feito agorinha mesmo, a pedido da AZORIANA, com o Alto Patrocínio do Grande Arquitecto...       ANGRA DO HEROÍSMO Angra é pérola nascida do mar, É ventre verde beijado p'lo céu, Rosário de estrelas a c'roar O bravo da ilha, o nosso ilhéu. Do casario desvio o olhar P'ro Monte Brasil de cratera ao léu E lá do alto eu posso avistar Toda a beleza do azulado véu. Ilha de Nosso Senhor Jesus Cristo, Descoberta por il...

ALMA DE MAR

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    ALMA DE MAR * Eu quero esta minh`alma como o mar; Lucidamente líquida, abissal, Mas nunca tão salgada porque o sal É mais denso e pesado do que o ar. * Quero a alma que anseio vislumbrar; De uma leveza imensa e tão total Que ascenda pelo céu universal Como se fosse um raio de luar. * Quero ver a minh`alma feita em espuma, Como as ondas do mar a dar na areia; Eu, náufraga-perfeita de quem sou, * Quero a minh`alma esparsa, como bruma, Abstracta, intraduzível, como ideia Que no mar quis perder-se e se encontrou. * Maria João Brito de Sousa - 22.02.08 - 12.00h    

POEMAS COMO ESTRADAS

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  Razão de ser quem sou, voar mais alto, Fronteira de mim mesma em contra-mão, Razão desta loucura sem razão De indómita vontade em sobressalto.   Minha vontade: - Sabre de aço puro Temperado noutra forja; a dos sentidos. Minha fé: - Mar imenso, intempestivo, Que inunda as enseadas do futuro.   O fogo de criar que me incendeia As horas de dormir, já desprezadas, Desperta-me sentidos ignorados   E a luz que deles emana e me encandeia, Constrói poemas longos como estradas Que eu hei-de percorrer de olhos fechados!     Maria João Brito de Sousa  21.02. 2008  08.47h    

PALCO DA VIDA

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      Amigos, sou aquela que tocou Por um segundo, só por um momento, A túnica de luz que iluminou A morte que ditara o meu tormento.   Nesse breve segundo, o sofrimento Que meu humano corpo trespassou, Passou de dor a paz e deu alento À nova vida que essa luz gerou.   Agora que me escrevo entre dois mundos Que invento entre morrer e acordar, Como "ponto" que lê quanto estribilha,   Sou, qual cenário, qual pano-de-fundo, O actor que sempre teima em não calar A gratidão imensa da  partilha.     Maria João Brito de Sousa - 20.02.2008 - 11-25h      

A FILHA PRÓDIGA

Agora é que começo a conhecer Este eu que um dia fui e reneguei Perdida noutro espanto a que entreguei Um milhão de poemas por nascer *   Mas esse humano amor... tinha de ser; Fui amante, fui mãe e... já voltei. Hoje recordo o muito que criei E sei que nunca me hei-de arrepender.  * Agora a filha pródiga voltou Nas asas dum poema, ou dum cometa, Fechada como um punho, ou como um nó  * E quanta poesia ela criou A abraça e vai pedindo que prometa Que nunca mais a torna a deixar só.  *   Maria João Brito de Sousa

TERCEIRO AUTO-RETRATO

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TERCEIRO AUTO-RETRATO * Meu porte de cantiga por cantar, De ideia inacabada e já nascendo Ainda uma outra ideia por esboçar No poema que fui e que vou sendo,  * Castelo de ilusões em tom lunar, Satélite do mundo em que me centro; Se todas as janelas dão pr`o mar, As portas, todas, abrem para dentro *  Meus olhos, onde a pátina do tempo Tornou mais negro o negro do carvão, Sabem de cor a dor e o sofrimento,  * Mas calam, bem calado, o seu talento De verem muito mais que outros verão, Num olhar que vagueia, desatento  *   Maria João Brito de Sousa  18.02.2008 - 14.10h

UM CASTELO DE AÇUCENAS

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  UM CASTELO DE AÇUCENAS * Na paz de Deus embalo os meus poemas E desse não sei quê que vive em mim Vem-me uma lucidez que não tem fim E é, no fundo, a razão das minhas penas *   Na paz que delas vem, ergo as empenas Do castelo em que abrigo o meu jardim De versos cujas rimas de cetim Bordei letra por letra. E são centenas! *   No pátio dos poemas que eu herdei, Na paz que o verso em mim quis delegar, Vi florescer nas tardes mais serenas *   O pomar dos poemas que criei... Eu, que mendigo um pão pra mastigar Do alto de um Castelo de Açucenas. *   Maria João Brito de Sousa - 17.02.2008 * In Poeta Porque Deus Quer - Autores Editora, 2009

MUDANÇA(S)

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  Adivinho, talvez... saber, não sei! Talvez me escape o tempo, ou falte a vida... Esta, que agora vivo, é, à partida, Pequena para tudo o que sonhei! *   Quanto mais tempo e vida, mais farei, Por isso, em adiando-lhe a partida, Vislumbro, ao longe, a Terra Prometida E julgo que, algum dia, a alcançarei *   Vai-me o corpo  pesando e está cansado... Ah, quem dera a lonjura de infinitos, Quem dera ir muito além, sendo imortal *   Diluir-me em poemas, ao cuidado Da transmutante essência dos escritos... Ser tudo o que hoje sou. Mas nunca igual!  *   Maria João Brito de Sousa     16.02.08 - 13.00h    

O PERFEITO NAUFRÁGIO

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O PERFEITO NAUFRÁGIO *   Decidi naufragar num mar de escolhos; Fui ao fundo do mar, vi os tritões, E tornando à jangada-de-ilusões Novas verdades trouxe nos meus olhos. * Viver a vida em terra entre restolhos Ou mergulhar no mar todo em canções? Foi-me a alma cedendo às tentações De naufragar nas ondas, todas folhos.  * Coberto dessa espuma e dessa renda, Eu sou pr`além de mim; sou Terra-ao-Mar E náufrago em perfeita comunhão  * Que em terra não encontra quem entenda A estranha decisão de se afogar Tendo a Linha de Terra ali à mão.. *   Maria João Brito de Sousa - 15.02.2016       Memorando António de Sousa e as suas obras "O Náufrago Perfeito" e "Linha de Terra" na véspera do 27º aniversário da sua morte física.   15.02.08 . 13.00h . Vide - http://antoniodesousa.blogs.sapo.pt/

O PRÓXIMO POEMA

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      É neste não saber quando virá Que o próximo poema me fascina... Talvez quando dobrar alguma esquina, Talvez no mar revolto... eu sei-o lá!     E é nesta incerteza que me dá A estranha melodia que me anima, Que cresce e se renova a minha rima E germina um soneto ao deus-dará...     Não sei que estranho fado me comanda, Nem que alheia vontade me norteia Porque tão só me ocorre este improviso     Na concretização dessa demanda... Mas queimo as asas contra uma candeia, Quando um poema entenda que é preciso!        Maria João Brito de Sousa.  - 15.02.2008 - 11.31h   Imagem  Fotografia recente da porta da nossa casa de Algés, na rua Luis de Camões

A MULHER INTERROMPIDA

Não foi assim tão antigamente... Foi há cerca de um tempo Mais duas metades de dois tempos meios Que uma voz, amiga certamente, Embora longínqua, perguntou por mim E eu, tão confusa, não me conhecia... Sou mulher de um homem, Respondia E a voz insistia: - Mulher, quem és tu? - Sou mãe de um menino que não mora cá E de três meninas que me querem muito, Apesar da culpa, apesar de tudo...   E a voz repetia: - Mulher, quem és tu? Eu iria jurar que não mentia quando respondia: - Eu sou essa mãe, apesar do luto!   A voz não cedia quando perguntava Do Espaço, do Tempo e outras coordenadas: - Ó mãe dos teus filhos, diz-me quem és tu! Onde moram as tuas horas carnais? Onde guardas o corpo quando sais E voas em busca do filho perdido? Que fazem essas tuas mãos? Que estrelas tão negras trazes nesse olhar? Que morte tão estranha te veio buscar E esqueceu teu corpo entre os teus irmãos?   E eu respondia Sem me aperceber Que me descrevia sem me conhecer: - Sou a mulher do meu homem E a mãe das minha...

...3, 2, 1... 0! PARABÉNS!

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    Pois é! Este blog faz hoje um mês... "looking back over my shoulder", quem diria que, há exactamente um mês, toda esta linguagem me era completamente estranha... Sempre gostei de fazer tudo sozinha. Pecadilho meu... acho que nasci assim. Agora excedi-me... Lembro-me de ter metido "mãos ao blog" como quem se atira da prancha de uma piscina sem saber nadar. Passo 1. Já está! Passo 2... mas que raio é um "template"? E um "link"? E que maluquice é esta de "tags"? Bom. A verdade é que ainda não consegui pôr o "Hit Counter" a funcionar. Mas não é nada de tão importante assim... Ainda estava por resolver o problema das fotos. Já tinha ouvido (e vagamente entendido...) falar de "download" mas aqui falava-se de "upload"... sabia, pelo menos, que "down" é "para baixo" e "up", "para cima". O "download" ficara, por isso, mais ou menos ligado ao gesto de carregar num...