POEMA COM NOME NO FIM
Na memória dos sentidos Rasgo a tela por nascer. Depois sou cor e sou traço De imagem por desenhar... Sou a cinza do cigarro Que acendo sem consumir E o que está por consumar. Assumo, no meu abraço, Tudo o que der e vier E estiver por inventar Nos tempos que estão por vir. CRIO! In - "Arquétipos de Uma Mulher Interrompida" Imagem - Pormenor da tela "Escorço - Grande Pintora a Lápis de Cor" Maria João Brito de Sousa, 2007