AUGUSTO!!! (ou DESSINCRONIZAÇÃO)
Augusto, quão sereno e natural Me deste essa notícia fulminante: - Mudei-lhe a chavezinha! Num instante, Na conta, volta tudo a estar nomal! Augusto, tu nem sabes quanto mal Já fizeste ao meu ego vacilante! O Poema é, pr`a mim, um diamante, Tábua de salvação, amor total! Augusto, quão perdida me deixaste Por essa decisão que então tomaste E que abalou a minha identidade! Sei que não foi por mal! És prestativo... Eu é que já nem sei se sobrevivo A tal demonstração de caridade!!! Maria João Brito de Sousa - 29.01.2009 Imagem retirada da internet NOTA - Este soneto humorístico "nasceu-me" e não resisto a publicá-lo... quero, no entanto, deixar bem claro que nenhuma má vontade me move ao publicar esta "brincadeira" e que entendo perfeitamente que este tipo de pequenas dessincronizações podem acontecer a qualquer um e não impedem que eu esteja muito grata a quem me acudiu num momento de aflição. Ninguém, senão eu mesma por evidente precipitação, teve culpa...