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A mostrar mensagens de maio, 2009

PINTORA QUANDO DEUS QUER

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  Se aqui, mulher do leme, eu me apartara Da força de titã que me transcende E que à Barca me amarra e que me prende À lua-irmã que sempre se declara;   Se, também lua, eu mesma me amarrara Ao leme de improváveis que se estende Desde o alto de mim onde se acende Um sol doirado em cada manhã clara...   Pudessem minhas mãos continuar Este percurso eterno e pendular Entre o sol e a lua, em cada dia!   Pudesse eu ser um raio de luar, Permanecer ao leme e não vergar Nem nas horas de medo e de agonia...       Nota - Nasceram-me um poema em redondilha que vou, seguidamente, publicar no http://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt/ Se quiserem deitar uma olhadela, serão sempre bem vindos. :)  

COLECTÂNEA DE POESIA CONTEMPORÂNEA

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    Propõe-se a Chiado Editora, em colaboração com o Jornal Portal Lisboa, jornal on-line, gratuito, exclusivamente dedicado à cidade de Lisboa, lançar o segundo volume da Colectânea de Poesia Contemporânea. Aqui vos deixo um extracto do email que me foi enviado e que vos permitirá aceder ao Portal Lisboa e ao regulamento.         Bons poemas e muita inspiração para todos vós! :)   Depois do sucesso que foi a Primeira Colectânea de Poesia Contemporânea do Portal Lisboa e da Chiado Editora ( www.chiadoeditora.com ), com o nome “Entre o Sono e o Sonho”, vamos agora arrancar com o II. Volume da mesma colectânea, pelo que gostariamos de o convidar a noticiar este evento no seu blog. Neste momento, estamos à procura de novos autores para entrarem neste livro, pelo que o convidamos a visitar o regulamento  ( Link Regulamento desta colectânea no nosso site. As inscrições podem ser feitas aqui ( Link Inscrição ).        

A MORTE DO ENCANTADO

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  A MORTE DO ENCANTADO * Disseram que morreu o Encantado... Disseram que morreu mas não morreu! O Encantado vive, sei-o eu, Tudo o mais que inventarem está errado! *   Dizerem que passou, jaz enterrado, Depois da longa vida que viveu... Até a crua morte estremeceu Com medo de poder ter-se enganado! *   Encantados não morrem, são eternos, Regressam como a luz de cada dia E enchem-nos as horas de ternura *   E, se mais alto sonham nos invernos, É por serem os donos da magia Que muitos vão chamando de loucura. *   Maria João Brito de Sousa - 26.05.2009                 Ao meu avô, Poeta Encantado       ATENÇÃO: The show must go on!  "Dancing in the moonlight" in http://free-stile.blogs.sapo.pt/

SONETITE

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SONETITE * Apanhei Sonetite! Qual bactéria Que me tivesse achado vulnerável E que, no seu instinto irrevogável, Me deixasse, por fim, nesta miséria... * Não era competente na matéria, Nem sei por que razão indecifrável O soneto me achou tão desejável Sendo eu já entradota e estando séria *   Mas veio e infectou-me corpo e alma E com tal gravidade me tomou De forma tão intensa e radical * Que em mim não reconheço a mulher calma Que fui até que o vírus me infectou De sonetite aguda e terminal. *   Mª João Brito de Sousa Maio 2007 ***   NOTA IMPORTANTE - Este soneto é "velhinho" e a foto é de sexta feira passada. Se eu me fotografasse agora, ver-me-iam com "gripite" aguda... mas eu tinha prometido uma foto bem disposta e gosto de cumprir as minhas promessas. Não será exactamente um Schwarzeneger, mas foi o melhor que se pôde arranjar...  

EXALTE-SE A METÁFORA!

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Exalte-se a metáfora, a figura Do estilo mais fecundo e intimista! A que nos ilumina e aponta a pista Em direcção à próxima loucura!   Exalte-se a palavra menos pura, Desvendem-se os sentidos de um artista! A ideia geral que nos conquista, A estranha evocação do que perdura!   Exaltem-se, no sangue, os rios que correm, A lua que nos beija e nos seduz, Raízes a cravar-se em novos céus,   Montanhas nos silêncios que devolvem Novo sentido aos sons que emitem luz E que traduzo em gestos muito meus!       BOM FIM DE SEMANA PARA TODOS! ESPERO VOLTAR NA 2ª FEIRA! ABRAÇO GRANDE!

JUST A FROZEN MOMENT...

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    Pois é... não sei o que me deu ontem, ao fim da tarde mas, em vez de soneto, começou a nascer uma tela... ainda não vai nem a meio e é apenas um "momento congelado", como o nome indica. Mas que nasceu, nasceu! É por isso que hoje, em vez de soneto, fica este pormenor do que virá a ser "Just a Frozen Moment"...

CONVITE DA CHIADO EDITORA

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Estou a segundos do limite de tempo... logo à tarde tento explicar-vos o que se passa!   A Chiado Editora vai publicar o segundo volume da Antologia da Poesia Contemporânea. Visitem http://www.portallisboa.net/  e aproveitem esta magnífica oportunidade de verem publicados os vossos poemas.   ATENÇÃO: Há um novo menino entre nós! Vão ver quem ele é ao http://premiosemedalhas.blogs.sapo.pt/

DESPIR AS PALAVRAS

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A ti me entrego, ó lucidez suprema! Eu, pequenina luz do teu feitiço, Minha última morada e compromisso! Eu ínfima pecinha do teu esquema,   Tão lúcida que vejo além de olhar E, embora confusa, eu já vislumbro A razão deste meu andar no mundo Buscando o que não devo nem sonhar!   E brinco ainda!? Nem sei bem porquê... Vestida das palavras que são tuas, Descubro outras palavras que são minhas...   E agora que me dispo e ninguém vê Ficaram-me as palavras todas nuas... Assim me entrego a ti que me adivinhas!     01.04.08 – 16.30h   NOTA- Nesta pareço ainda mais palerma do que sou mas, pelo menos, estava a tentar brincar um pouco...

UMA FOTO...

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    Lamento, mas hoje não vai dar para publicar mais nada... peço, também, desculpa pelas visitas que não fiz. Amanhã tentarei falar-vos de um convite que recebi, por e-mail. Abraço grande, grande!

TUDO O QUE HÁ-DE VIR, SE DEUS QUISER!

Na Era do Cansaço há céus que brilham E muito que fazer nos arvoredos… Despontam, devagar, novos segredos Como rastos de estrelas que cintilam…   Depois deste cansaço, os passos trilham O novo espaço cheio dos mil medos E há, de novo, palavras nos meus dedos Que as tocam, as soletram, as dedilham…   Ainda este cansaço, a letargia, Apenas disfarçados na magia De quem irá fazer o que puder…   Procuro o novo mel de uma alegria Ou o alívio de uma anestesia Em tudo o que há-de vir, se Deus quiser!     DE VOLTA AO TRABALHO…             Gostaria de abraçar-vos de verdade mas, em verdade vos digo, que nem forças para um “abraço real” me sobraram. Gostaria de vos prometer o mesmo ritmo de trabalho que em tempos tive, mas seria mentira… e eu não gosto de mentir.   Nada vos posso prometer senão o meu melhor, estando bem consciente de que “o meu melhor” já não é o que era há uns meses atrás. Limitar-me-ei a prometer-vos a não desist...

A CEIA DO POETA III

Dêem-me astros em órbitas perfeitas, Dêem-me sóis e luas; tenho fome! Dêem-me supernovas p`ra que as dome Como se por mim mesma fossem feitas!   Vinde cometas, como se as colheitas Se tornassem celestes... (há quem tome Corpos astrais e nunca se conforme Com o pão que aqui há, que tu aceitas...)   A mim!,  buraco negro onde a matéria Se perde de sentido e dimensão, Talvez tu me sacies finalmente!   Ofereço-te este corpo, esta miséria, Em troca do sabor de uma ilusão Pela fome que invade a minha mente!

Só mais um pouco...

Gravou um CD com o post que tinha escrito, uma foto, outras coisas. Chegou, abriu a porta e...: "Estamos fechados ! Por enquanto só funciona entre as 9 e as 12 h" Liga-me a Poeta: "Ai.. tu vê se avisas as pessoas que afinal só volto amanhã" Está o aviso feito !

Boas notícias

Desta vez não foi a pedido da Maria João, embora eu lhe tenha comunicado que vinha aqui publicar este post. O estado de saúde da nossa amiga está estacionário embora continue muito fraca e sem forças para as tarefas mais básicas do dia-a-dia. A boa notícia é que, se tudo correr bem, a partir de segunda feira poderemos todos contar com a sua presença neste mundo virtual. Tenham um excelente fim de semana ! MHelena (Autores Editora)