ARTIGO VIGÉSIMO PRIMEIRO
ARTIGO VIGÉSIMO PRIMEIRO * Segue de vento em popa o nobre sonho Dos amanhãs que anseiam por cantar E disto, apenas disto, hoje disponho Para, estando acordada, inda sonhar. * A cada um dos dias que transponho, Oiço uma voz de fundo a anunciar Os (e)feitos de um vírus tão medonho Que nem o povo o pode erradicar. * Assim, está posta em causa a liberdade; Por cada passo dado na cidade, Terão de dar-se contas. Tudo é novo * E ninguém sabe nada. Ninguém sabe Se se irá resistir à mortandade, Se sobrevive, ou não, a voz de um povo. * Maria João Brito de Sousa – 19.03.2020 – 10.32h