ARMAS E ARMADURAS...
De ser insustentável me sustento, Eu, pobre bicho erecto e depenado, Que, sem cuidar de mim, a ti te enfrento, A ti, que vens, decerto, bem armado… Depois, haja o que houver eu só lamento O excesso de imprudência e, se é pecado, A terna dimensão em que me invento Assim que reconheço ter errado… Mas tu nunca desistes e eu não cedo Porquanto me procuro e, mal desperta, Tenho esta perspectiva como minha. Tu escusas de rugir! Não tenho medo, Nem sequer fecho a porta ainda aberta! Se me armo, é de utensílios de cozinha... :)