RAZÕES PARA TODAS AS MÃOS DESTE MUNDO - Sonetilho imperfeito
O mundo, sem ter razão, Tem tanta que eu já pensei Render-me à contradição Deste mundo em que ela é lei. Faltou-me a razão, porém, A tão estranhas intenções E às razões que o mundo tem Só oponho estas razões; Ao nascer de cada dia Opõe-se o gesto contrário Que quebra a monotonia E passa o pão que se cria Das mãos do Poeta-Operário Pr´ás mãos que alguém lhe estendia Maria João Brito de Sousa - 29.09.2011 - 11.30h NA FOTOGRAFIA - Manuel Ribeiro de Pavia, 1956