É PIOR A EMENDA DO QUE O SONETO...
Porque errar é humano e veícular um erro é próprio dos idiotas, vou tentar redimir uma tremenda "gralha" que cometi no post anterior. Mas a errar é que se aprende e, embora tenha uma costelazinha de pedagoga-de-trazer-por-casa, sei que todos os dias estou a aprender. Hoje, por exemplo, aprendi que não devo confiar nos meus arroubos de espontaneísta quando estou a tentar ensinar alguma coisa... Com efeito, emendei, sem qualquer pudor o verso que utilizei para dar um exemplo da correcta metrificação e se não fosse o Versos chamar-me à atenção, o erro andaria a criar raízes por aí... e isso é, realmente, GRAVE! Mea culpa. Segue a transcrição FIEL do soneto, com o referido verso em maiúsculas. PALINGENÉSIA * Morrendo recordei alheias vidas E, desse auto-de-fé que me levou, Ficou-me esta ilusão de ser quem sou... Vieram-me ambições tão desmedidas * Que até as noites choram, desprovidas Da condição de sono que as gerou E as horas que lhes roubo e que vos dou Descrevem-m...