NÓS, POETAS * Aos falsos magos, aos falsos profetas E ao servidor do abjecto deus dinheiro Não daremos ouvidos! Nós, poetas, Seguimos outro rumo, outro roteiro * Podemos ser brejeiros ou ascetas, Um ser gregário e, outro, caminheiro, Nenhum de nós, porém, persegue as metas De quem quer subjugar o mundo inteiro * Se, dentre nós, algum morde esse anzol, Poeta não será, tenho a certeza! Poeta de verdade é como o Sol * Pode manchá-lo, um dia, uma incerteza, Mas logo voltará como um farol A dar-se inteiro à Terra, à Natureza! *** Mª João Brito de Sousa 21.08.2023 - 13.00h ***