Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta antónio aleixo

LER NAS ENTRELINHAS...

Imagem
      Talvez não fosses tu... ou foste mesmo? Talvez não fosses tu quem me traiu... Talvez fosse outro alguém quem me mentiu, Quem sobre mim espalhou calúnia a esmo...   Talvez não fosses tu... talvez (quem sabe?), Tu estejas, afinal, disso inocente... Talvez fosse outro alguém (ou toda a gente?)... O que me importa a mim? Quem foi, que o pague!   Se foi pura maldade e maldicência, Eu nunca tive tempo nem paciência Para lidar com coisas tão mesquinhas!   Se foi intencional (de causa-efeito), Pior p`ra quem o fez! Não tenho jeito Para me pôr a ler nas entrelinhas!     Soneto dedicado ao Poeta António Aleixo   Imagem retirada da internet

VULGARIDADES

Imagem
  Sucede-me encontrar, de quando em vez, Coisas torpes, vulgares e sem sentido... Sucedeu-me encontrar um atrevido Capaz tão banal insensatez.   Nem todos nós podemos entender A dif`rença que existe entre o vulgar E aquilo que serve p`ra expressar As razões e as causas de viver.   Sucedeu-me encontrar, é evidente, O bom bom, o mau, até o impotente... ...em criar uma coisa original!   Sucede (e muitas vezes é frequente...) Encontrar o pior de muita gente Das coisas desta vida, o que é  normal!   Maria João Brito de Sousa - 08.08.2008   Soneto dedicado ao Poeta António Aleixo       IImagem retirada da Internet