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GARANTO QUE CRESCI

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                                                                     Eu e o meu pai no Jardim Botânico Fotografia de minha mãe * GARANTO QUE CRESCI *   Perdidamente amei, perdidamente cri Naquilo que perdi do tanto que encontrei E evoco o que não sei se vi ou se não vi Até que encontre aqui quanto aqui procurei. *   Tentando honrar a lei que não reconheci, Jamais lhe resisti, jamais a confrontei, Mas se pouco lhe dei, bem menos lhe pedi E se acaso menti, a mim me castiguei * Amo o chão que pisei, a terra em que nasci, A chama em que aqueci os sonhos que engendrei E as rimas que entrancei nas cordas que teci * Dos versos que escandi às telas que pintei, Do quanto gargalhei às mágoas que engoli, Garanto que cresci... E juro que gostei! *   ©Maria João Brito de Sousa 13.06.2020 – 17.39...

GARANTO QUE CRESCI

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GARANTO QUE CRESCI   (Soneto em verso alexandrino) *   Perdidamente amei, perdidamente cri Naquilo que perdi do tanto que encontrei E evoco o que não sei se vi ou se não vi Até que encontre aqui quanto aqui procurei. *   Tentando honrar a lei que não reconheci, Jamais lhe resisti, jamais a confrontei, Mas se pouco lhe dei, bem menos lhe pedi E se acaso menti, a mim me castiguei. * Amo o chão que pisei, a terra onde nasci, A chama em que aqueci os sonhos que engendrei E as cerdas que entrancei nas cordas que teci. * Dos versos que escandi às telas que pintei, Do quanto gargalhei às mágoas que engoli, Garanto que cresci... e juro que gostei! *   Maria João Brito de Sousa – 13.06.2020 – 17.39h