SONETO CONTRA-RELÓGIO
SONETO CONTRA-RELÓGIO * Contra o relógio escrevo e, respirando, aspiro à tal certeza que só tenho porque nenhuma esperança tem tamanho, nem morre enquanto a vida for pulsando * E faço frente ao medo, acreditando no espanto em que me meço e redesenho ódios sofridos nos tempos de antanho, que os justos sempre foram derrotando. * Que vista, a esperança, almas de toda a cor, que a lucidez desperte finalmente e acenda em vós quanto haja de melhor * Porque, mais do que nunca é , hoje, urgente saber que o mundo aspira a mais amor e cresce em esperança para toda a gente. * Maria João Brito de Sousa – 28.10.2018 – 11.52h A todos os irmãos brasileiros Imagem retirada daqui