BEIJO, BENDITO BEIJO!
Beijo, Bendito beijo em que renasci Na floresta encantada onde me perdi, Pequeno beijo engendrado Entre inocência e pecado Nos ramos do meu sentir… Beijo, Imprevisto beijo a que me prendi Na floresta privada à espera de ti, Inútil beijo esboçado Num começo inacabado Em que acabei por sorrir… Beijo, Insensato beijo em que eu antevi Esse mundo inventado que percorri, Beijo tal qual águas puras, Carícias são diabruras A que não sei resistir… Beijo, Sereno beijo Que nunca tive Na floresta encantada onde ninguém vive Dos sonhos por descobrir, Beijo, Impossível beijo Que nunca entendo Na floresta queimada a que me não rendo Nos limites de existir… Maria João Brito de Sousa - 03.05.2010 IMAGEM RETIRADA DA INTERNET NOTA - Hoje, como já deverão ter notado, publico um poema de rima livre. Depois o colocarei no Liberdades Poéticas, que é onde ele pertence por direito, mas pareceu-me bonito e muito musical e resolvi dar-lhe honras de blog principal.