GAZA
I magem processada pelo Chat-GPT após leitura do poema * GAZA * Cálida, a mão desceu-lhe sobre a face, Cerrou-lhe os olhos fixos e vidrados E pousou nos cabelos ondulados Como se o morto assim ressuscitasse * Depois, tal qual o corpo inda a chamasse, Cobriu-o de carinho e de cuidados E foi depor-lhe os braços decepados No tronco nu, ou no que del` sobrasse * Pegou na pá com raiva tão tamanha Que a pá tremeu ao atingir a terra, Como se a terra, a si, lhe fora estranha * E num gesto dorido enfim desferra Sobre a terra sequíssima e castanha Um golpe que me soa a "MORTE À GUERRA!" * Mª João Brito de Sousa 10.06.2025 ***