GLOSANDO A POETISA MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE XXXV
EIS, QUANDO SE DESEJA PAZ, AMOR … Eis, quando se deseja paz, amor Quando o mundo se encanta nessa espera Quando se enchem os céus deste louvor Num cenário de mágica quimera Na rua, solto oculto anda o terror Espiando disfarçado como fera E aguardando o momento esse estupor Cada vez nos ataques mais se esmera Avança numa fúria arrebatada Leva no olhar a morte já ditada Faz valer ali mesmo o seu rancor E devasta destrói mata inocentes! São seres possuídos e dementes Que fazem propagar no mundo a dor MEA 2/01/2017 -**- QUEBRANDO AS ALGEMAS... "...Eis quando se deseja paz, amor", Igualdade, justiça e harmonia, Desaba o mundo em nosso derredor E impera a dura lei da mais-valia... "Na rua, solto oculto anda o terror"; Sobrevive-se ainda mais um dia A tanto solto, oculto despudor, Nas ruas duma Terra, assim, sombria? "Avança numa fúria arrebatada", Numa ganância pouco humanizada, Montado num ginete, o "Deus-dinheiro" "E de...