PLANETA TERRA
Eis o velho planeta que habitamos, Redondinho, a girar qual carrossel, E nós, feitos bonecos de papel, Tentando acreditar sermos seus amos… Em verdade, porém, do que lhe damos, Está-se ele a ressentir… damos-lhe fel E sentimos, depois, na própria pele O muito – tanto… - mal que lhe causamos. É um pontinho azul no céu estrelado Que, em tempos, também foi desabitado E que, agora, está vivo e nos abriga; Tem cuidado com ele - muito cuidado!-, Porque, por vezes, fica tão zangado Que nos descobre a falta e nos castiga! Maria João Brito de Sousa – 23.08.2010 – 14.33h IMAGEM RETIRADA DA INTERNET