A ISENÇÃO DAS MADRUGADAS
Ó minha madrugada imaculada Em crescendos de luz e de cansaço... P`ra ti eu quero o tempo e quero o espaço, P`ra ti, a quem me dou sem pedir nada. De ti, lembrança viva, inalcançada, Vou colhendo os poemas que te faço E que depois devolvo ao novo abraço Que em luz desvenda a nova madrugada. Ó minha madrugada pendular, Meu ensejo de enfim ressuscitar Nesse recomeçar das horas novas, Tu abres os teus braços aos meus dias E renovas-te em dores e alegrias Sobre as nenhumas coisas que reprovas... Maria João Brito de Sousa - 30.06.2008 - 14.47h