AO DEMAGOGO
AO DEMAGOGO * Dedico este soneto ao demagogo, exímio enganador de multidões que faz malabarismos com questões e de pronto transforma um nada em fogo * Que, ao encontrar ouvidos, pega logo e passa a ser lesivo pra milhões pois irá propagar-se às gerações que se inflamem nas chamas do seu jogo. * Palavras, só palavras... que lhe importam os límpidos conceitos que transportam, se não puderem ser compreendidas? * Contudo, teimo ainda em dedicá-las ao demagogo que intentar calá-las com verborreias falsas, corrompidas. * Maria João Brito de Sousa – 24.09.2018 -16.15h