LIBRETO
Estou numa verborreia de soneto
Que não posso conter, que não comando,
Pois, a cada momento, eu vou achando
Acordes com os quais me comprometo...
E assim se perde em mim um Eu concreto
Nessa vida real que vou deixando...
[Um concerto ideal vai entoando
Os acordes finais deste “libreto”...]
O público, encantado, pede “bis”,
Mas vem o rapazinho da cortina
Pôr cobro à euforia do momento...
[Não sei por que razão alguém me diz
Que a "sonetista" é louca e desafina
Mas que o cenário, esse, é um portento!]
"O público encantado, pede "bis",
ResponderEliminarMas o poeta louco
está doente e cansado
E alguém por Ele
Para o momento,
Fecha as cortinas.
O palco ficou isolado
O poeta partiu,
Levou consigo
Seu canto de alegria
De amor
E tristeza também,
"Nessa vida real que vai deixando"...
Beijo à Poetisa.
Maria Luísa
p.s. por coincidência, se encontra no meu blogs, colocado neste momento,
"SER POETA"
Ah, que magníficas coincidências estas! Encantam-me, sabes?
EliminarEstou mesmo em cima da hora do almoço e a D. Conceição não gosta nada que os utentes se atrasem, mas volto depois, para ir visitar o Prosa-Poética!
Um grande abraço!
PS - Acreditas que achei que o tremor de terra de ontem tinha sido provocado pelo Spirit? :))) A porta da marquise tremeu, tremeu, tremeu e abriu-se. Achei aquilo muito estranho, sobreudo porque o Spirit estava muito escondidinho na sua cama, mas levei tempo a entender que tinha sido um pequeno terramoto...