UMA MODESTÍSSIMA TRADUÇÃO DO POST DE ONTEM
INVOCAÇÃO DA SABEDORIA
Ó Sabedoria, a única capaz de nos guiar através da vida! Ó tu, que ensinas a virtude e que derrubas o vício, que seria de nós, que seria de todos os homens, se não fosses tu?
Foste tu que povoaste as cidades, inspirando aos homens dispersos o amor pela sociedade; foste tu que os levaste a coabitar, a contrair laços sagrados, a criar uma linguagem e uma escrita comuns. Foste tu que ditaste as leis, formaste os costumes, civilizaste as pessoas.
Procuro refúgio em ti; imploro o teu auxílio. Até hoje feliz por, parcialmente, seguir as lições que me davas, hoje é inteiro que me entrego a ti. Um só dia de harmonia, segundo os teus preceitos, vale mais do que uma eternidade de culpa.
A que força poderíamos, portanto, recorrer, se não à tua, que nos ofereces a tranquilidade na vida e anulas o medo da morte?
Cícero, Tusc. 5.2.
A ÁRVORE E O SEU FRUTO
Investe no teu trabalho, jamais nos seus frutos.
Não trabalhes visando o fruto que ele te virá a dar, pois o fruto jamais substituirá a obra em si.
Infeliz do que trabalha visando, tão só, a recompensa.
Bhagavad-Gita
NOTA - Segundo a minha humilde tradução.
Lamento o tamanho diminuto da letra. Foi o que se pôde arranjar perante uma crise de mau-humor do Sapo...
Boa tarde Maria João, hoje já consigo perceber o que ontem para mim era "Grego"o primeiro texto a mim parece-me uma oração, e gostei bastante do que li,
ResponderEliminarO outro texto concordo plenamente com o autor, assim é que deveria ser mas a maioria das pessoas trabalha só por aquilo que o trabalho lhe irá proporcionar e esquece muitas vezes a obra que fez, quantas vezes mais importante que o lucro que dai veio.
Um grande abraço.
Olá, Idalina! A correr, a correr - os senhores das obras no telhado só agora saíram - digo-lhe que o segundo texto é a minha modesta tradução do primeiro. É lindíssimo este texto, não é?
EliminarAgora vou tentar publicar um soneto que fiz no 2008!
Abraço grande!