MUSA
Ó Musa de luar e de alfazema,
De sândalo, nos dias de chorar,
De sol, nas minhas veias de poema
E em cada novo verso que eu criar
Cada ave que lá vem, em cada pena,
Traz as velhas canções de me embalar
E a tarde, mesmo agreste, emerge amena
Das mil penas dos versos que eu cantar
Criar por te sentir aqui, tão perto,
Por dentro de quem sou, ter descoberto,
Contigo, o meu sentido para a vida,
É, abraçando um novo rumo incerto,
Criar raiz no tempo em que desperto
E renovar-me, embora desmentida
Maria João Brito de Sousa – 03.04.2011 – 12.20h
raizonline@hotmail.com
Esta noite, oiça boa poesia na RÁDIO RAIZ ONLINE, com Arlete Piedade
Os seus poemas são lindos. está desculpada. abraços e volte sempre
ResponderEliminarObrigada, meu amigo lá das Ilhas! Neste blog cultivo, quase exclusivamente, o soneto formalmente clássico. Ainda bem que gosta!
EliminarAbraço para si também!
Aqui outro belo soneto
ResponderEliminarE a árvore seviu de pouso(poiso) para queles que querem reproduzir.
abraço.
As árvores são verdadeiras maternidades, Vera! Já viste a quantidade de vidas que se desenvolvem em cada árvore? Há de tudo, desde os líquenes e os mais pequenos insectos, até aos pássaros e, nalgumas zonas do planeta, aos mamíferos. São seres espantosos e lindíssimos, as árvores!
EliminarAbraço grande!