SEGUINDO UM DESAFIO DO POETA JOAQUIM SUSTELO - AQUECE-ME A ALMA

AQUECE-ME A ALMA II
Aquece-me a alma, que a trago gelada
E há coisas de nada que a deixam quentinha;
Uma palavrinha bem intencionada,
Lhe basta, coitada, que está tão velhinha
Esta barca minha já desmantelada,
Em terra encalhada, mas do mar vizinha
Que nada adivinha e que sonha calada
Com onda exaltada, sendo ribeirinha...
Aquece-me a alma! Quero navegar
Nas ondas do mar e nas rotas do sal!
Talvez faça mal, mas o meu lugar
É onde eu chegar, não só o areal
Onde Portugal parou para sonhar...
Aquece-me, Mar, porque hoje é Natal!
Maria João Brito de Sousa – 17.12.2017 – 11.12h
In horizontesdapoesia.ning.com
Bonito este nosso barco
ResponderEliminarencalhado
mas que parece amaldiçoado...
Deixo desde já o desejo
de um feliz Natal
com muita Saúde
Obrigada, Anjo!
EliminarQue tenhas um Feliz Natal, tu também.
Beijinhos
ResponderEliminarO Natal lembra-nos o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
E isso é a verdadeira vida! Isso é inspiração!
Feliz Natal, dileta Amiga e Poetisa, Maria João!
Adílio Belmonte,
Belém-Pará - Brasil.
NOITE FELIZ
Andavam as crianças pelos campos
Na noite? de luar e de natal,
Recordo-me, então, de outros tempos
Quando o meu amor por ti era fatal.
Mas o que me diz esta bela noite??
Será que me virá Papai Noel??
Não sei, mas a espera é um açoite
Tal qual subir à Torre de Babel.
Mas as estrelas brilham reluzentes,
Trazendo as luzes sólidas do amor
Para iluminar nossos corações.
Aos deuses somos todos já tementes,
Embora ao Pai façamos o clamor:
Ouve-nos Deus Pai nossas orações!
Bom dia, poeta amigo Adílio Belmonte.
EliminarPara si e todos os seus, FELIZ NATAL e um melhor 2018!
FELIZ NATAL
Pr`a mim, seja o Natal de toda gente;
Dos que estão pr`a nascer, dos já nascidos
Que vão fazendo ouvir os seus vagidos,
Da mãe que lança à terra uma semente,
De todo o que ama, pensa, entende e sente
Que a Vida é percorrida em mil sentidos,
Que a direcção dos passos percorridos
É rumo à foz da vida... e segue em frente.
Que seja, então, Natal todos os dias
Quando as desigualdades contrarias
A bem de um mundo justo e mais fraterno
Pr`a que as manhãs cinzentas, duras, frias,
Desaguem, mais tarde, em sinfonias
De primaveras, mesmo sendo Inverno.
Maria João Brito de Sousa - 19.12.2017 - 09.58h