UM BRINDE AO ANO QUE ESTÁ QUASE A CHEGAR

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Brinde aqui, se faz favor

Comentários

  1. Um maravilhoso ano, querida poeta!! beijinhos e festinhas

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    1. Bom Ano, Bom Ano, Fashion!

      Deveria ter escrito "boas entradas", mas entusiasmei-me e adiantei 2019

      Beijinhos e que tenhas um muito feliz 2019!

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    2. O que interessa é o que se deseja, mais adiante, mais atrás, não é relevante.

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    3. Pois, tens toda a razão, Fashion!

      Bom 2019!

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  2. Daqui a pouco
    haverá elegia pelo velho
    e uma ode ao novo

    por enquanto é cedo para o meu voto

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    1. Estarei atenta, embora a esta hora já não responda pela funcionalidade mínima das minhas pobres córneas, Rogério...

      Mas, caramba!, nem que seja com a lupa comprada no chinês, quero ler a tua Ode ao ano que lá vem! E quero lê-la ainda hoje, apesar de Morfeu e apesar das cataratas. Apesar de tudo, em resumo :)

      Também não quero que me escape a Elegia ao 2018 que amanhã se finará de vez. Não lhe quero nenhum mal, ainda que me tenha trazido uma fractura da coluna, ainda que tenha sido o protaganista de uma eleição como a do "coiso" . Que culpa teve o pobre do ano?

      Estarei atenta. Abraço!

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  3. Tchin tchin
    Bom e feliz Ano 2019 esperançoso
    não como este 2018
    ranhoso
    como o Governo...

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    1. As coisas estão negrinhas, negrinhas, um pouco por todo o mundo, Anjo...

      Ora deixa cá ver, no que a mim me toca... em 2018 coube-me uma fractura da coluna Bem, essa é uma experiência que não quero ver repetida em 2019, podes ter a certeza.

      Que seja um melhor ano, o de 2019, embora eu não esteja a ver nada de bom no horizonte... brindemos, no entanto; Tchin-tchin!

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  4. “Pobre inteligência”

    Preciso dum mundo são
    Marquei-lhe uma terapia
    Tive esse mundo na mão
    Como há muito não o via

    No processo de decisão
    Já não sei se decidiria
    Decidindo ou talvez não
    Num mundo em dicotomia

    Onde a história da estupidez
    Não merece ser estudada
    Menos ainda a inteligência

    Pois tão artificial se fez
    De estúpida foi classificada
    Aos olhos da própria ciência.

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    1. Minha Rica Inteligênciazita...

      "Aos olhos da própria ciência",
      Foi posta atrás do Trabalho
      E até a Persistência
      A quis vender a retalho

      Por falta de consistência,
      Como se peça de talho...
      Pobre, pobre inteligência,
      Quando falhas, logo eu falho!

      Contudo, respeito a minha
      - a que se pode arranjar... -,
      Que me dita a ladaínha

      Que pr`aqui estou a cantar;
      Sem ela, não sou nadinha,
      Nem sequer sei poetar...

      Maria João

      Poeta, isto agora vai lento, lento, porque, a esta hora, já nem vejo as letras do teclado... no entanto, alguma inteligênciazita, é uma das muito poucas coisas que me restam e eu não me vejo sem ela. Ou melhor, não me vejo viva e sem ela... tal qual está, claro.
      Não faço a menor tenção de a optimizar com quaisquer tipo de produtos químicos ou naturais. Está muito bem como está e é o único pedacinho de mim em que ainda me sinto bastante confortável

      Abraço grande.

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  5. Respostas
    1. Ahahahah... talvez, Poeta, talvez...

      Vou ver o que conseguir ver

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    2. Lindo, Poeta

      Quando era pequenina, costumavam comprar uns cones grandes e brilhantes a que se chamava "vulcões", para além de outros fogos de artifício, pois todos passávamos o ano em casa, na Rua Luís de Camões.

      Eram os "vulcões" que mais me fascinavam, pois projectavam, a grande distância, luzes lindíssimas... por alguns minutos, a noite transformava-se em dia naquela rua de Algés, na década de 50...

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  6. Passei para deixar um abraço, agradecer todo o carinho que me tem dispensado e desejar que 2019 seja o ano que a Maria João gostaria que fosse.
    Abraço

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    1. Desculpe-me, Elvira. Creio que estas suas palavras me escaparam e ficaram perdidas na confusão das notificações da minha caixa de correio electrónico.
      Além do mais, nenhum dos meus olhos está a funcionar minimamente bem; uma catarata em cada um deles faz com que muita coisa nos escape, infelizmente...

      Já entrámos em 2019, mas penso que não será demasiado tarde para lhe agradecer e retribuir os seus votos.

      Um grande abraço!

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  7. “Mas já era”

    É natal, é natal
    É natal mas já era
    Para uns não tão mal
    Para outros não tão bera

    Na razão incremental
    De tudo o que se espera
    Traças um quadro banal
    Até à próxima primavera

    E depois, e depois?
    Vêm os tempos felizes
    De muito sol e calor

    Cinco, quatro, três ou dois
    Número igual de narizes
    A cabana e muito amor.

    Prof Eta

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    1. Neste Espanto em que Amanheço

      "A cabana e muito amor",
      Deste outro amor que eu conheço,
      São, pra mim, de tal valor
      Que nem sequer têm preço,

      Mas entendo que o clamor
      Vá muito além do que eu peço
      Pois se na ausência de dor
      Vejo tudo o que mereço,

      É pra muitos bem maior,
      Este pouco que eu confesso
      Ser melhor do que o melhor

      Que eu almejo e por cá teço
      Em versos deste teor
      E no espanto em que amanheço.


      Maria João

      Bom dia, Poeta!

      Boas Entradas para si e para toda a família!

      Provavelmente passarei o ano nos braços de Morfeu, mas isso não me faz diferença nenhuma; estarei quentinha , a reparar maus olhos e poucos neurónios para um recomeço que é apenas simbólico

      Abraço grande!

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