SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***

Um maravilhoso ano, querida poeta!! beijinhos e festinhas
ResponderEliminarBom Ano, Bom Ano, Fashion!
EliminarDeveria ter escrito "boas entradas", mas entusiasmei-me e adiantei 2019
Beijinhos e que tenhas um muito feliz 2019!
O que interessa é o que se deseja, mais adiante, mais atrás, não é relevante.
EliminarPois, tens toda a razão, Fashion!
EliminarBom 2019!
Daqui a pouco
ResponderEliminarhaverá elegia pelo velho
e uma ode ao novo
por enquanto é cedo para o meu voto
Estarei atenta, embora a esta hora já não responda pela funcionalidade mínima das minhas pobres córneas, Rogério...
EliminarMas, caramba!, nem que seja com a lupa comprada no chinês, quero ler a tua Ode ao ano que lá vem! E quero lê-la ainda hoje, apesar de Morfeu e apesar das cataratas. Apesar de tudo, em resumo :)
Também não quero que me escape a Elegia ao 2018 que amanhã se finará de vez. Não lhe quero nenhum mal, ainda que me tenha trazido uma fractura da coluna, ainda que tenha sido o protaganista de uma eleição como a do "coiso" . Que culpa teve o pobre do ano?
Estarei atenta. Abraço!
Tchin tchin
ResponderEliminarBom e feliz Ano 2019 esperançoso
não como este 2018
ranhoso
como o Governo...
As coisas estão negrinhas, negrinhas, um pouco por todo o mundo, Anjo...
EliminarOra deixa cá ver, no que a mim me toca... em 2018 coube-me uma fractura da coluna Bem, essa é uma experiência que não quero ver repetida em 2019, podes ter a certeza.
Que seja um melhor ano, o de 2019, embora eu não esteja a ver nada de bom no horizonte... brindemos, no entanto; Tchin-tchin!
“Pobre inteligência”
ResponderEliminarPreciso dum mundo são
Marquei-lhe uma terapia
Tive esse mundo na mão
Como há muito não o via
No processo de decisão
Já não sei se decidiria
Decidindo ou talvez não
Num mundo em dicotomia
Onde a história da estupidez
Não merece ser estudada
Menos ainda a inteligência
Pois tão artificial se fez
De estúpida foi classificada
Aos olhos da própria ciência.
Minha Rica Inteligênciazita...
Eliminar"Aos olhos da própria ciência",
Foi posta atrás do Trabalho
E até a Persistência
A quis vender a retalho
Por falta de consistência,
Como se peça de talho...
Pobre, pobre inteligência,
Quando falhas, logo eu falho!
Contudo, respeito a minha
- a que se pode arranjar... -,
Que me dita a ladaínha
Que pr`aqui estou a cantar;
Sem ela, não sou nadinha,
Nem sequer sei poetar...
Maria João
Poeta, isto agora vai lento, lento, porque, a esta hora, já nem vejo as letras do teclado... no entanto, alguma inteligênciazita, é uma das muito poucas coisas que me restam e eu não me vejo sem ela. Ou melhor, não me vejo viva e sem ela... tal qual está, claro.
Não faço a menor tenção de a optimizar com quaisquer tipo de produtos químicos ou naturais. Está muito bem como está e é o único pedacinho de mim em que ainda me sinto bastante confortável
Abraço grande.
Brinde com samba, champagne e passas ( serão as do Algarve ? ).
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=SxORJTkTm3o
Ahahahah... talvez, Poeta, talvez...
EliminarVou ver o que conseguir ver
Lindo, Poeta
EliminarQuando era pequenina, costumavam comprar uns cones grandes e brilhantes a que se chamava "vulcões", para além de outros fogos de artifício, pois todos passávamos o ano em casa, na Rua Luís de Camões.
Eram os "vulcões" que mais me fascinavam, pois projectavam, a grande distância, luzes lindíssimas... por alguns minutos, a noite transformava-se em dia naquela rua de Algés, na década de 50...
Passei para deixar um abraço, agradecer todo o carinho que me tem dispensado e desejar que 2019 seja o ano que a Maria João gostaria que fosse.
ResponderEliminarAbraço
Desculpe-me, Elvira. Creio que estas suas palavras me escaparam e ficaram perdidas na confusão das notificações da minha caixa de correio electrónico.
EliminarAlém do mais, nenhum dos meus olhos está a funcionar minimamente bem; uma catarata em cada um deles faz com que muita coisa nos escape, infelizmente...
Já entrámos em 2019, mas penso que não será demasiado tarde para lhe agradecer e retribuir os seus votos.
Um grande abraço!
“Mas já era”
ResponderEliminarÉ natal, é natal
É natal mas já era
Para uns não tão mal
Para outros não tão bera
Na razão incremental
De tudo o que se espera
Traças um quadro banal
Até à próxima primavera
E depois, e depois?
Vêm os tempos felizes
De muito sol e calor
Cinco, quatro, três ou dois
Número igual de narizes
A cabana e muito amor.
Prof Eta
Neste Espanto em que Amanheço
Eliminar"A cabana e muito amor",
Deste outro amor que eu conheço,
São, pra mim, de tal valor
Que nem sequer têm preço,
Mas entendo que o clamor
Vá muito além do que eu peço
Pois se na ausência de dor
Vejo tudo o que mereço,
É pra muitos bem maior,
Este pouco que eu confesso
Ser melhor do que o melhor
Que eu almejo e por cá teço
Em versos deste teor
E no espanto em que amanheço.
Maria João
Bom dia, Poeta!
Boas Entradas para si e para toda a família!
Provavelmente passarei o ano nos braços de Morfeu, mas isso não me faz diferença nenhuma; estarei quentinha , a reparar maus olhos e poucos neurónios para um recomeço que é apenas simbólico
Abraço grande!