INTUIÇÃO FEMININA
INTUIÇÃO FEMININA
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Você imaginando que eu não sei
E eu sabendo tudo o que imagina,
Que quem está velha e se mantém menina
Conhece até a génese da Lei...
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Você a convencer-me de que é rei
E eu à espera que você defina
O que esta intuição, bem feminina,
Há muito definiu e eu registei...
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Você pensando que o poleiro é seu
E eu muito serena, sem me rir,
A prolongar o tempo da certeza
*
Que você me diz ter, enquanto eu
Passei todo esse tempo a intuir
A sua verdadeira natureza.
*
Mª João Brito de Sousa
Agosto2008
***
Há quem pense que nós "Mulheres" não pensamos, mas "Eles" nem lhes passa pelo pensamento o que nós "Mulheres" podemos pensar muito antes de "Eles".
ResponderEliminarSe tu pensas, que eu não sei pensar
Esquece o pensamento! Está errado
Quando tu estás a começar
Já o meu pensamento, está formado.
Parece que é assim que acontece, não é?.
É a minha opinião, claro!
Boa tarde, até mais logo, agora vou e depois vou tomar !Aqui em casa que a vida não está para saídas
Foi assim que me aconteceu uma vez, ha pouco mais de um ano e garanto-lhe que tive boas razões para escrever este soneto... "eles" pensam que uma mulher sozinha, na casa dos 50, está sempre carente e vulnerável. Esta foi a minha forma de mostrar que não estava uma coisa nem outra. E acredite que deu resultado!
EliminarUm abraço!
Ó amiga Maria João. Eu cabo de ler esta poesia, e se eu não soubesse que o respeito não está em dizer você, mas sim na forma como se diz tu, eu sentia-me tentado a tratar-te de você, mas eu aprendi a tratar Deus por tu. Tu não és um Deus, nem do sol, nem da lua e nem da caça, mas isso sim uma Deusa da poesia proocas-me arrepios ao ler-te. Obrigado pelos arrepios que são tão bons. Um abraço P. S. Adicionei esta postagem aos meus favoritos.
ResponderEliminarObrigada, meu amigo por gstares do soneto e o teres juntado aos teus favoritos. Penso que se alguma qualidade houver na minha poesia, será a de nunca ter escrito sobre um tema que me não tocasse profundamente. Penso o mesmo em relação à pintura.Pura e simplesmene não sei trabalhar se não acreditar no que faço.
EliminarUm abraço e uma boa semana de trabalho.
Olha minha amiga. Eu penso que se nós conseguirmos pôr amor naquilo que fazemos, por muito insignificantes que essas coisas sejam o cunho está lá sempre, o que não é seguramente o teu caso, o que tu fazes, de insignificante não tem nada, embora eu só conheça a parte da escrita, da pintura, não conheço nada mas tenho pena, de não conhecer, não só a tua como outras e mais pena tenho ainda de a minha vida económica não dar para eu poder comprar. Eu nunca te falei nisso mas eu também sou apaixonado por pintura. Há uma pintora de nome Maria de Lourdes Carapeto, que até já foi responsável pelo pelouro da cultura na câmara municipal de Lisboa, e não sei se continua, de quem eu sou amigo pessoal, e fujo de ir ás exposições dela porque depois não tenho possibilidade de comprar e sinto-me mal por isso, porque eu sei que o objectivo de uma exposição é mostrar, divulgar, mas não só. É também vender porque os materiais são caros e tempo também é dinheiro, ninguém consegue viver o ar. Mas tu minha amiga se tu não pusesses amor no que fazes quem o ia pôr. Olha minha amiga tu fazes parte de um grupo de pessoas, as chamas carolas, e quem trabalha por carolice, tem que ter amor ao que faz. Carolice sem amor não sobrevive. Olha amiga vou terminar, Embora eu não me canse de falar para ti, Sim porque eu estou a falar para ti não é para o P. C. Um grande abraço, e força.
Eliminar´Fisga, repara que a maioria das ilustrações dos meus poemas são fotografias digitais de telas minhas. Não fui eu que as tirei, mas como também pertenço à Associação ds Artistas Plásticos de Paço de Arcos, uma ve em que tive lá uma exposição individual, o Secretário da Assocação, que e fotógrafo,ofereceu-me um portfólio com as fotos dos trabalhoos da exposição. É só veres as ilustrações dos sonetos e ficas a conhecer algum do meu trabalho.
EliminarAbraço!
Olá Amiga e Poeta. tomei boa nota do teu esclarecimento, e penso que irei valorizar de outra forma, os teus textos. Peço desculpa, porque nem sempre tomo em devida conta os porquês de certas coisas. Tenho-me detido mais nas linhas mestras e menos nos pormenores. Um abraço.
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