OS RAMOS DOS PINHEIROS
Ele há lá ramos como os dos pinheiros!
Ascendem sinuosos, retorcidos,
Invencíveis, ainda que vencidos,
Distantes e, contudo, hospitaleiros.
Altos ou não, serão sempre altaneiros
E cada um faz sempre o seu sentido…
Independentes, sempre, embora unidos
Como peças de um puzzle des-inteiro…
São braços que se alongam, terminando
Em mil agulhas finas, rescendestes,
Que acenam lá do alto e me fascinam.
Subo até lá, onde eles vão acenando,
Neles me confundo em confissões urgentes
E tento aprender tudo o que me ensinam.
Querem "cuscar" um bocadinho? Passem no http://premiosemedalhas.blogs.sapo.pt/, "cusquem" à vontade e levem o desafio connvosco, se assim o entenderem... está dedicado a todos vós! :)
Linda como sempre, a sua poesia,
ResponderEliminarGosto muito, de por aqui passar,
Ler isto, tras-me sempre a alegria,
Quando minha amiga, venho visitar
Obrigada meu amigo.
EliminarVou pôr um link, neste post, para o Prémios e Medalhas, onde tentarei publicar, ainda hoje, a fotografia do seu livro e algumas palavrinhas. O seu livro foi um prémio que me ofereceu e vai lá ficar às mil maravilhas!
Abraço grande! :)
Amigo Casimiro, tenho estado a tentar fazer o upload da foto que tirei e este pc não mo está a permitir. Peço desculpa. Se não conseguir publicar o post hoje, não será por falta de ter tentado. Mas voltarei a tentar mais tarde.
EliminarAbraço.
Mais um poema lindo.,
ResponderEliminarbj
Estrelinha do meu coração, tu não me levas a mal se eu não publicar hoje o teu desafio? O Poeta Casimiro Costa ofereceu-me o seu primeiro livro e eu queria postá-lo hoje no premios e medalhas.
EliminarMas eu não me esqueço dele, está descansada!
Beijito.
Minha amiga, hoje senti-me a passear no meio do pinhal, este seu soneto cheira a Natureza, e a liberdade.
ResponderEliminarSabe! parece que domingo a oito dias vou visitá-la, durante a semana que vem vamos combinar as coisas OK!
Um abraço e até amanhã
E tem toda a razão. Eu estava debaixo dum enorme pinheiro que mora aqui, em frente ao CJO e à Igreja de Sto António de Nova Oeiras, a contemplar as dezenas de ninhos de pássaros que ele abriga, lá no alto. Amo aquele enorme pinheiro com todas as minhas forças. Todos os dias dou um pulinho até ele e ali fico, extasiada, entre o chilrear dos pássaros e o intenso cheiro a caruma.
EliminarEspero que venha mesmo! Estou desejosa de a conhecer pessoalmente.
Um grande abraço!
M\aria
ResponderEliminarLindo este poema metafórico!
Há muito tempo eu já via estes pinheiros!
Invencíveis, vencidos e distantes?
Nem tanto como eu os vejo!
Pois estes puzzles eu não desejo
Porque foram eles responsáveis...
Tentaram apagar a história que escrevo.
Este é só um início da história do livro
Que agora escrevo e ainda publico.
Toda a simbologia que eu via
Eu já sabia! Pois "Os outros" me mostraram
Pelas marcas e símbolos no meu caderno
Lá no Porto naquele dia eu escrevera.
Depois à um amigo eu escrevi
Dizendo deste puzzle que te ensina
Eles são aqueles que sentimentos assassinam.
Desculpe dizer assim deste poema metafórico, é assim que eu o vejo.
Grande abraço.
Olá amiga. Deixa-me ver se entendo bem... tu consideras que estes ramos de pinheiros podem ser negativos? Assassinos? Serão peças do meu puzzle pessoal, sim, mas existem e estão cheios, cheios de vida e amor.
EliminarTodos os dias repouso uns minutos sob eles e fico a contemplar os ninhos que eles abrigam. É aí que eu me fundo com esse pinheiro, com todoa a simbologia do amor que ele me desvenda. É como puro amor que eu os vejo e sinto.
Abraço grande.
Oi Maria
EliminarNão, não é o pinheiro!
O pinheiro é belo e tem amor.
Mas quando o li, vi o pinheiro como pessoas, tais como hackers que invadem nossa privacidade e assassinam sentimentos que colocamos no nosso computador.
Foi isto que senti quando li.
Clsro que o pinheiro é muito belo e tem muito amor.
A natureza é bela e sábia!
Desculpe, não quis fazer nenhuma ofensa.
E jamais quero. Se for assim que as pessoas pensam vou preferir apenas ler e não mais comentar nada.
Daí prefiro escrever no meu blog que será mais sensato.
Grande abraço fraterno
Não, de maneira nenhuma! Comenta à tua vontade! Eu uso muito a metáfora, sem dúvida, mas este soneto é quase um "desenho à vista". Já nem sei se fui eu ou se foi o pinheiro que o fez! É um pinheiro enorme onde eu me refugio diariamente por momentos. Parece mágico de tão bonito e cheio de vida que é! Desculpa. Eu não estava aborrecida, apenas confusa.
EliminarAbraço grande.
Oi Maria
ResponderEliminarComo faço para obter o e-mail da Mª Luísa?
Já enviei dois e retornou!
Pedi através do blog dela, mas não postou.
É apenas através dela que vou fazer um pedido aos quatro. Se ela estiver no Brasil, preciso do e-mail ou msn.
abraço.
Amiga, a Maria Luísa está no Brasil, eu nunca, nunca acedi ao MSN e, segundo ela me disse, se fizeres esse pedido no blog dela, ela envia-te o seu email com toda a certeza. Estou a dizer isto porque ela me pediu para ir dando notícias no blog dela, ou não as poderia receber. Não sei muito bem porquê, mas talvez tenhas dificuldades em acessar outros blogs.
EliminarAbraço grande!
Ok Maria
EliminarObrigada. Tenho certeza que ela há de me ajudar com tudo que está acontecendo.
Penso que ela sente as mesmas coisas que eu.
Abraço.
Todos nós vamos sentindo coisas muito idênticas na sua essência e tu identificas-te com ela. Muitas vezes a diferença está apenas na intensidade com que sentimos as coisas ou na forma como respondemos aos estímulos. Espero que se encontrem rapidamente.
EliminarAbraço grande.
Poeta! Adorei este poema que me identifico em forma da natureza, já vi tantos que arderam sem dizer um ai, é das coisas que mete mais dor é ver a floresta a arder, por muitas razões adorei as palavras?
ResponderEliminarBeijinho bfs Lisa
É bem verdade, Lisa. Uma floresta a arder é um espectáculo terrível, devastador. Deixa-nos impotentes para tentar salvar essas árvores que morrem, essa micro-fauna que morre com elas, aquele pedacinho de nós que, inevitavelmente, morre também.
EliminarAbraço grande!