LETRAS, TANTAS LETRAS...
Pequenos riscos negros, sinuosos…
Mas não foi por acaso que os tracei,
Ou então… é “acaso” o que eu serei
Enquanto os semear, assim, viçosos…
Por vezes gritam, rudes, alterosos,
Saltando do papel em que os lancei…
Outras vezes, porém, mal os pousei,
Já sussurram mil sons silenciosos…
Se não fazem sentido… que sentido
Faço eu, então, por cá, se de mim brotam,
Se destas mãos magoadas vão nascendo?
E, se acaso são meus, terei mentido?
Pequenos riscos – quase nem se notam… –
Aos quais tanto me entrego e assim me prendo…
Maria João Brito de Sousa - Pormenor de "O Filho do Homem".
Maria
ResponderEliminarDizem que não há "acasos".
Estou lenco um livro que não sei se já teve a oportunidade de ler.
Chama-se "ALém das Coincidências de Martin Plimmer e Brian King.
Este chegou as minhas mãos, talvez diriam acaso, mas digo coincidências e outroas mais que vieram, mesmo quando estive em Portugal onde tive aquele surto. Já descobri porque fiquei daquele jeito, foram muitas coincidências e eu não estava preparada para tudo aquilo.
Bom fim de semana e melhoras ao kico.
Abraço.
Não, amiga. Ainda não li o livro, mas costumo dizer, há muitos anos, que "ou não há acasos, ou tudo são acasos!" e tenho reflectido muito sobre isso ao longo da minha vida. Acredito que uma série de coincidências possa fazer desencadear um grave problema psicológico. Não tenho a menor dúvida! Eu, há muito, aprendi a "flutuar" na corrente das coincidências, mas sei bem que a blogosfera é um meio ideal para elas aparecerem e funcionarem exacerbadamente :)
EliminarAbraço grande!
E depois de estar lendo este livro é que dei conta dos acontecimentos.
Eliminar"muitas coincidências" desencadearam o problema que tive. Mas, agora o entendimento já está mais claro.
Abnraço e melhoras ao kico.