Imagem gerada pelo Chat-GPT a partir da leitura do poema * GAONESA REALENGA DECASSILÁBICA EM ARTE MAIOR * PALAVRAS LANÇADAS AO VENTO * Diz-me, Vento que levas nos teus braços Fragmentos de palavras por dizer, Se estas minhas palavras levarás Até aos povos que estão a sofrer E aos quais não chegam meus humanos passos? Bem sei que o que te peço é impossível Mas tudo o é até deixar de o ser... Tu, Vento, és imparável, invencível, E os meus recursos sempre foram escassos... Promete, Vento, que me ajudarás Nesta tarefa dura e imprevisível Que não quero deixar ficar pra trás * Leva ao Médio Oriente o que não sei Se irá aliviar os moribundos Mas que é tudo o que tenho pra lhes dar: Sou pobre e nunca tive os bolsos fundos Mas ao longo da vida acumulei Silêncios que calar não quero mais, Silêncios graves, pesados, rotundos, Que herdei de meus avós e de meus pais E que agora em palavras transformei, Palavras que só tu podes levar Porque são muitas, pesam-me demais, E eu já não as pos...
Good um pouco de marketing.
ResponderEliminarEste é na ponte?
EliminarNão, é aqui mesmo, o marketing ao seu book.
EliminarE eu que já pensava que me tinha enganado a ler o comentário... estou pior ainda do que estava - tenho muito mais dificuldade em dar nem que sejam meia dúzia de passos - e a febre voltou... com a net a condizer comigo, o resultado é desastroso. Mas estou mesmo a sentir-me muito malzita...
EliminarO chá só tem uma face.
ResponderEliminarVou vê-la, se a net deixar...
Eliminar“Guerra actual”
ResponderEliminarSomos o povo de Deus
Investidos de maldade
Perseguimos os Judeus
Matamos sem piedade
Deus não serve p’ra ilibar
Crimes contr’a humanidade
Ainda havemos de matar
A nossa própria vontade
Foram-se sessenta milhões
Naquela indústria da morte
A segunda guerra mundial
Hoje não há contabilizações
Mas não prevejo melhor sorte
P’rós milhões da guerra actual.
Prof Eta
Já não vou conseguir responder-lhe hoje, Poeta. A perna e o braço esquerdos estão adormecidos e, mesmo assim, doem-me... e mais uma série de coisas que já nem me apetece estar a descrever... fica para amanhã. Bjo!
EliminarNa ponte há luar.
ResponderEliminarMas ainda posso ir ver o luar...
EliminarO chá foi à bola.
ResponderEliminarPobre chá! Deve ter tido uma desilusão...
EliminarParedes na ponte.
ResponderEliminarCarlos Paredes? Vou ver!
EliminarO discurso de Sampaio da Nóvoa está na ponte, para reflectir.
ResponderEliminarVou à ponte, Poeta, obrigada!
Eliminar“O vôo das borboletas”
ResponderEliminarEstamos num estado larvar
Da teoria do Darwinismo
Havemos de nos libertar
Do nosso enorme cinismo
Atingiremos a evolução
Num estado mais avançado
Da larva borboletas surgirão
Iniciando um enorme bailado
Se não nos salvarmos então
Ninguém mais nos salvará
E as borboletas morrerão
Com elas o bailado, a ilusão
E nada mais nos restará
Apenas o vazio da implosão.
Poeta, estou tão "desinspirada" que nem imagina...
EliminarQuero responder-lhe em verso
Mas não sei s`inda consigo...
Este foi um dia adverso
E há mil coisas que eu nem digo...
O tema agrada-me imenso,
É mesmo uma tentação,
Mas hoje nem sequer penso
E o poema nasce em vão
Mas, que eu consiga lembrar-me,
Nunca acreditei que a vida
Pudesse acabar assim
E, se não quiser negar-me,
Não a deixo ser "varrida"
Nem subscrevo esse seu fim...
Lá nasceu, muito manquito... mas nasceu. Gostaria de ter conseguido explorar melhor o tema mas não deu mesmo... nem sequer estava à espera de conseguir fazer rimar fosse o que fosse...
Abraço grande!
O chá não caiu.
ResponderEliminarOlá, Poeta! Vou ver o nosso chá!
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