POR INSTINTO

POR INSTINTO
Foi por instinto, apenas por instinto,
Que (quase) me quebrei pela cintura
E que agora me quebra a dor de um cinto
Que foi amparo de outra criatura.
Por instinto me sei, me dou, me sinto
Distante de estar “dita” e de ser “dura”.
Por instinto não quero, nem consinto,
Viver nas trevas de outro mal sem cura.
Por instinto, saí no intervalo
De um filme sobre a vida de um cavalo
Que foi domado à força e não morreu.
Por instinto te acuso, ó Panaceia,
Do mito que te encobre e que falseia
As mil “virtudes” desse mundo teu!
Maria João Brito de Sousa – 17.05.2018 – 12.27h
É a Velhice Menina
ResponderEliminarque aos poucos se apresenta a cada esquina
Boa e feliz tarde e Beijinhos de aqui da Serra
Neste caso, não é, Anjo. É mesmo uma fractura por esforço excessivo, com afundamento de uma vértebra. Enfim, que remédio tenho senão aguentá-la e marcar a TAC na próxima segunda-feira? No meio de tanto azar, ainda tive a sorte de não ter ficado completamente paraplégica. Assim, estou só meia paraplégica...
EliminarTarde feliz para ti
Eu sei como é
Eliminarpois sou um acidentado de trabalho
e as mazelas por cá se manifestam
nas mudanças de tempo principalmente...
Beijinhos e um bom fim de Semana
Não sabia, Anjo... este meu acidente deu-se no passado dia 6 e se o Lúpus e o SAAFS já me reduziam muito a mobilidade, agora... agora quase não me posso mexer. Nem devo. Se a vértebra afundar um mílimetro mais, fico mesmo paralisada.
EliminarBjinhos e bom fim-de-semana para ti.