SONETO CONTRA-RELÓGIO

SONETO CONTRA-RELÓGIO
*
Contra o relógio escrevo e, respirando,
aspiro à tal certeza que só tenho
porque nenhuma esperança tem tamanho,
nem morre enquanto a vida for pulsando
*
E faço frente ao medo, acreditando
no espanto em que me meço e redesenho
ódios sofridos nos tempos de antanho,
que os justos sempre foram derrotando.
*
Que vista, a esperança, almas de toda a cor,
que a lucidez desperte finalmente
e acenda em vós quanto haja de melhor
*
Porque, mais do que nunca é , hoje, urgente
saber que o mundo aspira a mais amor
e cresce em esperança para toda a gente.
*
Maria João Brito de Sousa – 28.10.2018 – 11.52h
A todos os irmãos brasileiros
Imagem retirada daqui
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