JANELA DO TEMPO

HOMENAGEM A TODOS OS ANOS QUE ESTÃO POR VIR
JANELA DO TEMPO
*
No próximo Ano Novo... serei velha,
Embora novo o ano e novo o mundo
Que, longe dos meus tempos do Dafundo,
Continua a passar. Zumbe uma abelha
*
Num vôo intemporal. Uma pardelha
Perdida do cardume, vai ao fundo,
E a vida inteira passa num segundo
Resumindo um fogacho, uma centelha...
*
No primeiro Ano Novo a que eu não chegue
Porque a vida mo negue e me renegue,
A Vida continua e, não sei como,
*
Um pouco do que sou terá ficado;
Cada futuro é fruto de um passado
Na janela do tempo a que hoje assomo!
*
Maria João Brito de Sousa – 15.12.2018 – 11.15h
Inspirado no soneto “O Meu Natal”, de Liliana Josué e, através dela, no poema “Ladainha dos Póstumos Natais”, de David Mourão Ferreira.
Gostei de ler.
ResponderEliminarAmiga tal com expliquei ontem na adenda ao post o olho continua mergulhado no nevoeiro. O médico diz que o olho continua, "muito embaciado" Vou continuar o tratamento e volto quinta feira.
Abraço
Obrigada, Elvira.
EliminarFiquei a saber desse persistente nevoeiro, primeiro no Conversa Avinagrada e, depois, no seu Sexta-Feira, amiga.
Esperemos que seja um mal menor e passageiro. Nada como continuar o tratamento, pois nem sempre os órgãos recuperam à velocidade que todos desejamos e alguns demoram um pouco mais...
Que tudo se recomponha tão depressa quanto possível.
Abraço.
Vamos alegrar
ResponderEliminaresse teu rosto bonito
em dia Domingueiro
mas, de preguiça primeiro
Bom e feliz dia, beijinhos de aqui dos ventos uivantes
Bom dia, Anjo!
EliminarVou já ver o que tens de novo por aí...
Beijinhos e um bom Domingo!