"ERTO A OYIDDNIO E UENTGLAN"
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“ERTO A OYIDDNIO E UENTGLAN”*
(Soneto a esta sms, por mim enviada)
*
Não sei por que decifro a voz das horas
No infindo rumorejo dos instantes,
Nem a razão de ser de umas demoras
Que entre uns e outros sejam demarcantes
*
No propagar de frases detentoras
De conteúdos bem ou mal soantes,
Conforme ecoem óbvias e canoras
Ou, bem pelo contrário, tão distantes
*
Que se nos mostrem muito inacessíveis
Mostrengos colossais, armas temíveis
Concebidas tão só pra confundir...
*
Contudo, oiço-as a todas; intangíveis
Podem vir a tornar-se bem legíveis
Pra quem queira aprender a traduzir.
*
Maria João Brito de Sousa – 16.01.2019 – 12.24h
"Censurado"
ResponderEliminarO poema foi censurado
Então cessou de gritar
Continuando a germinar
No seu ventre laqueado
Rensasceu por todo o lado
Mais que possam imaginar
E a censura viu brotar
Um poema transfigurado
Gritando a pleno pulmão
O que era seu por direito
Sem reserva ou negação
No meio da imperfeição
Que nada seja perfeito
Pois corrompe a solução.
A Grandeza que o Mundo lhe Souber Dar
Eliminar"Pois corrompe a solução"
Quando mais do que perfeito
Se mostra o poema eleito
Pela nossa admiração,
E, por vezes, com defeito
Pode ser muito muito mais são,
Não havendo então razão
Pra mutilar o sujeito.
Sei que há limites pra tudo,
Mas condená-lo a estar mudo
Depois de tanto gritar,
É acto de "safadeza";
Tem uma ode a grandeza
Que o mundo lhe souber dar!
Maria João
Cá vai, com o abraço de sempre, Poeta!
Línguas de todas as cores e fantasias
ResponderEliminarpra quem sabe de sintonias
que no caso
boas melhoras
que na Cidade e aforas
há muito Sol...
Beijinhos de aqui
que tenho Paisagem e Aldeias
Não, não, Anjo; erros tipográficos de toda a espécie, para quem já mal consegue ver as teclas de um telemóvel, rsrsrsrs...
EliminarJá aí vou, ver das paisagens e aldeias
Bjinhos