BANCA(S)&MERCADOS

BANCA(S) & MERCADOS
*
Leveda o verso. Há raios e coriscos
Nas veias e nos nervos do poeta
Sobre o qual chovem os cifrões dos fiscos
Com juro exponencial de acção directa.
*
No bar da esquina vendem-se os petiscos
Que cozinhou Benilde, a amada neta
Do saudoso Manel dos Olhos Piscos
Que, dizia-se, fora um grande atleta.
*
Na banca, apregoando o peixe fresco,
A ti Martina com seu ar burlesco
Escama garoupas, pargos e pescadas
*
E julgo ouvir ao longe os seus pregões
Sobrepondo-se ao medo, às convulsões
E ao Super de gestão “offshorizada”.
*
Maria João Brito de Sousa – 06.08.2018 – 19.49h
***
Apenas duas palavras: "" POEMA BRILHANTE ""
ResponderEliminar.
Cumprimentos poéticos
.
Muito obrigada, Rik@rdo.
EliminarUm abraço
Dão cabo de nós. "Escamam-nos..." Saúde! Parabéns, sempre!
ResponderEliminarEstes, os dos pregões e dos cestos de fruta fresca, são bem bonitos, Francisco. O pior são os outros, os dos cifrões...
EliminarForte abraço!
Um interessante poema que prova que com ar ligeiro se pode falar de coisas sérias.
ResponderEliminarUm abraço
L
Mais uma vez lhe agradeço, L.
EliminarA minha caixa de correio electrónico está um verdadeiro pandemónio e os meus olhos estão bons para coisa nenhuma; peço desculpa pelo atraso na resposta.
Outro forte abraço
E com alegria
ResponderEliminaro pregão é sempre sinfonia
Parabéns ao que li, bom e belo dia, beijinhos MJ
Bom dia, Anjo!
EliminarHá anos que deixei de me poder deslocar até ao mercado, mas ainda me recordo bem de ouvir os pregões...
Obrigada e que tenhas um excelente dia!
Beijinhos
Um poema que me levou à infância querida Maria João, sem os cifrões
ResponderEliminarVivi na Ajuda, e quando ia com a minha mãe ao mercado da Boa-Hora ficava fascinada com os pregões, e com a energia das pessoas.
Espero que esteja melhor, e não se preocupe em retribui-me as visitas, cuide de si, isso é o mais importante
beijinho grande
Que bom, Blue Bird
EliminarQuando eu era menina, eram as empregadas que iam às compras, mas o meu pai fazia questão de ir todos os domingos ao mercado de Algés. Ir com ele era, para mim, uma verdadeira aventura
Obrigada e um grande beijinho
Vivi também em Belém e ia muitas vezes a Algés, tinha lá uma grande amiga.
EliminarDesde que mudei de margem, só lá vou muito raramente.
beijinho
Natália?
EliminarEu vivi em Algés de 1952 a 1964/5. Depois, os meus pais compraram um apartamento em Linda-a-Velha e aí vivi até 1972, embora nunca tenha ficado a conhecer muito bem a vila, porque passava muito tempo embrenhada nas matas do Estádio Nacional ou ia para Algés, para estar com o meu avô que teimou em ficar por lá com uma governanta e uma empregada a dias, ou para dar uns mergulhos na piscina do SAD.
Beijinho
Natália não , blue bird ! :) Vivi em Belém de 1970 a 1975
Eliminaresqueci-me de publicar o meu comentário como deve ser
beijinho de boa noite
EliminarJá percebi, Blue Bird, tudo bem!
Beijinho de boa noite