SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***

Votos sinceros de que tenhas um excelente ano novo, e que muitas coisas boas aconteçam! Muitos beijinhos, e feliz 2022, com paz e saúde
ResponderEliminarObrigada, Sandra
EliminarQue tenhas também umas belas entradas e que 2022 te sorria tanto quanto seja possível imaginar que um ano possa sorrir
Muita saúde, muita paz e muitos beijinhos!
Tagadap tagadap tagadap que já cheguei
ResponderEliminarAno Novo, vida. Basta que seja vida, não precisa de ser nova, aliás, acho que será a continuação desta vida de agora.
ResponderEliminarDesejo-lhe saúde e tempo para felicidade... qualquer que ela seja.
Um abraço.
L
Também assim penso, L.
EliminarNo entanto, para nós, poetas, artistas plásticos, músicos, etc, os dias estão sempre a renovar-se naquilo que produzimos. Pelo menos assim o sinto, ainda que de momento esteja com um problema funcional em mãos - dominante porque indispensável - e não veja nem rasto da minha Musa...
Forte abraço!
Há que festejar em todas as frentes a chegada de um novo ano com entusiasmo, coragem e confiança. Eu não quero uma vida nova, eu quero a vida que tinha, antes da pandemia.
ResponderEliminarAbraço forte da amiga de longe 🍀
Esse é um desejo muitíssimo pertinente e comum a muitos milhões de seres humanos, Teresa...
EliminarA minha qualidade de vida e a minha mobilidade social quase não mudaram com a pandemia, mas junto-me a si nesse voto.
Forte abraço, amiga de longe!