SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***
Cada vez se torna mais visível que quem manda no mundo está a chegar a uma situação sem saída. Será doloroso mas... venha a revolução.
ResponderEliminarUm abraço.
L
Não será mais dolorosa, a revolução, do que esta guerra absurda. E não falo só da guerra que se faz com bombas e morteiros e que todos os dias nos entra pelos ecrãs dos televisores, falo também da brutal e crescente transferência da riqueza do trabalho para as grandes multinacionais e da crise energética, que não irá ser menos brutal. E a muito curto prazo.
EliminarForte abraço, L.!
Já fui e voltei
ResponderEliminarem dois passos pra cá e pra lá
Beijinhos
Então faço eu o tagadap, tagadap
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