O CAPITAL
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O CAPITAL
*
Poemas que vos dizem quanto sei
Em versos que vos falam do que penso
E que vão descrevendo o contra-senso
Dessa temeridade em que me dei
*
Descritivo fiscal de quanto herdei
Livre de selo, imposto e emolumentos,
Será pena remível por tormentos
Mas sem taxas impostas pela lei
*
Minha vasta fortuna legarei
E enquanto vou escrevendo o testamento
Crescem-me os bens além do que sonhei
*
É na soma dos versos que engendrei,
Aqui legalizada em documento,
Que cresce o capital que acumulei!
*
Maria João Brito de Sousa
In Poeta Porque Deus Quer,
Autores Editora, 2009
***
(Reformulado)
Deslumbrante que me fascinou ler
ResponderEliminar.
Cumprimentos poéticos
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Muito obrigada, Ryk@rdo!
EliminarAbraço cordial e poético!
Abaixo o capital!
ResponderEliminarViva o nosso capital interior!
Um abraço.
L
Obrigada, L.!
EliminarEmbora nada tenha contra um capital equitativamente distribuído, não posso ser senão contra ele no absurdo mundo de crescentes desigualdades em que vivemos.
Um forte abraço!
Sabedoria e palavras assim
ResponderEliminaré um legado sem fim
Bela tarde soalheira MJ, beijinhos
Olá, !
EliminarSó temos mais uns minutos para aproveitar o que agora a acorda muito cedinho... Ontem, às 17.30 era noite cerrada, por aqui.
Obrigada e beijinhos!
Capital de excelência que distribui por todos nós!
ResponderEliminarMuito obrigada, Francisco!
EliminarUm abraço!
Tantas saudades tuas !
ResponderEliminarLigeirinha
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EliminarBeijão, Ligeirinha!