Não se assuste que sou uma selvagem muito bem educada e que respeita sempre as alheias opiniões. No entanto, quando estava só no meio da Natureza, nos tempos em que podia mover-me bem e caminhar muitos quilómetros sem grande esforço, era assim, fundida com a Terra, que me sentia. E, de alguma forma, transportei isso para este meu pequenino espaço de reclusão em final de vida...
O meu comentário perdeu-se, decerto, como acontece tantas vezes nesta plataforma Blogger. É já não me lembro o que disse. Digo agora, o seguinte: A autora não é, pelo que conheço aqui, um lugar ermo e selvagem, mas o poema é belo. Um abraço L
PS - Estou numa pressa pois tenho de me preparar para ir de novo ao centro de saúde. Esta infecção estomatológica já não me dá dores insuportáveis, mas ainda não está debelada e num doente cardíaco estas infecções são muito perigosas.
Original e maravilhoso, este poema.
ResponderEliminarUm abraço.
L
Obrigada, L. :)
EliminarNão se assuste que sou uma selvagem muito bem educada e que respeita sempre as alheias opiniões. No entanto, quando estava só no meio da Natureza, nos tempos em que podia mover-me bem e caminhar muitos quilómetros sem grande esforço, era assim, fundida com a Terra, que me sentia. E, de alguma forma, transportei isso para este meu pequenino espaço de reclusão em final de vida...
Forte abraço!
Oi Maria! Ó Maria, tu como estás?
ResponderEliminarDe longe venho, não sei de ti mais?
Espero que bem, como outros missais.
Diz-me, Maria, onde quer que hoje vás?!
Viva, Azoriana das ilhas da bruma!
EliminarDoente, mas viva e ainda em clausura,
Morrerei escrevendo, que isto não tem cura:
Cá estou, antes de ir para parte nenhuma...
*
Sê muito bem-vinda! Por cá se consuma
Esta minha sina, que não de loucura,
Tão só de ir escrevendo da forma mais pura
Que em versos se exprime e que em versos se arruma...
*
Nuns dias melhor e, nos outros, pior,
Quase sempre atenta ainda que a dor
Possa muitas vezes manter-me distante
*
E tu, como vais? Que novas me trazes
Dessa tua terra de gentes audazes,
De grandes poetas e vultos brilhantes ?
*
Mª João
Estou vendo a tua entrevista
EliminarE muito estou a gostar,
Pois também sou repentista,
Também gosto de rimar!
Belo dia com alegria MJ, beijinhos
ResponderEliminarBelo dia também para ti, !
EliminarEstou a preparar-me para ir para o centro de saúde que um dos antibióticos está quase a acabar e a infecção ainda não está completamente debelada.
Beijinhos
O meu comentário perdeu-se, decerto, como acontece tantas vezes nesta plataforma Blogger. É já não me lembro o que disse.
ResponderEliminarDigo agora, o seguinte:
A autora não é, pelo que conheço aqui, um lugar ermo e selvagem, mas o poema é belo.
Um abraço
L
Tenho os meus momentos, L. :)
EliminarObrigada e um forte abraço
PS - Estou numa pressa pois tenho de me preparar para ir de novo ao centro de saúde. Esta infecção estomatológica já não me dá dores insuportáveis, mas ainda não está debelada e num doente cardíaco estas infecções são muito perigosas.