SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***
Vejo ali umas minis, Maniques ?
ResponderEliminarbora lá a uma
Quais minis nem qual carapuça, ! O que tu vês são garrafinhas de Sumol de laranja, a bebida predilecta da minha juventude. Por essa altura, ainda não me tinha habituado ao chá nem às infusões de camomila e cidreira
EliminarVerdade, verdade, é que nós temos é saudades de como nós éramos.
ResponderEliminarUm abraço.
L
Verdade, verdade, L., é que embora reconheça que era bonitinha, do que eu tenho saudades é de poder muito simplesmente andar, ir às compras, vestir-me e despir-me sem ajuda e até de correr, se me apetecesse. E apetecia-me frequentemente :)
EliminarNão consigo ter saudades dessa rapariguinha que, de um momento para o outro, deu consigo sem tempo nem espaço para escrever e pintar, ainda que estando fisicamente autónoma.
Forte abraço!