SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***
Tou indo
ResponderEliminarmas primeiro um tinto
para afinar
Afina, então, !
EliminarNasce-se poeta, ou descobre-se a poesia?
ResponderEliminarApreciei a fotografia, julgo que a menina é a Maria João.
Um abraço.
Acredito que se pode nascer poeta, ou seja, não ponho de parte as competências ou tendências inatas de cada um de nós, embora saiba perfeitamente que muitos grandes poetas terão ficado mudos e invisíveis por terem nascido num meio social muito pobre e oprimido, no qual essas competências/tendências não podiam ser minimamente valorizadas. António Aleixo foi uma excepção ao conseguir fazer vingar a sua poesia, apesar de muito pobre., L.
EliminarQuanto à menina, aqui excepcionalmente carrancuda, sim, sou eu com a minha mãe e a Nice na varanda daquela vivenda do Dafundo que me disse ter reconhecido
Um abraço
Com o respeito que é devido e sem desprimor para a pequena Maria João e a Nice, não queria deixar de dizer que a sua mãe era uma mulher muito bonita.
EliminarUm abraço.
Sem dúvida, L., a minha mãe e a sua irmã, a minha tia Fernanda, eram duas mulheres lindíssimas! Eu também era bonitinha, quando jovem, mas não tanto quanto a minha mãe e a minha tia.
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