VERMELHO.TU - Reedição
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VERMELHO.TU
*
Há tempo no meu gesto, esse indomado,
Pra beber o café que me trouxeste.
Amargo e doce porque assim mo deste.
Vermelho tu. Vermelho o teu cuidado.
*
Também trouxeste pão. Um pão roubado
À fome urgente com que amanheceste
No dia em que do pão nada comeste.
Quando por tua mão fora amassado.
*
Na tensão do teu espanto o levedaste
E num vermelho forno o cozinhaste.
Vermelho tu. Vermelho esse teu pão.
*
Vermelho como tu. teu franco abraço.
E no teu livro. infindo embora escasso.
Coube íntegra e vermelha. a tua mão.
*
Maria João Brito de Sousa
16.07.2018 – 13.25h
*
Ao poeta Filipe Chinita.
Ao seu livro "Vermelho eu".
***
Vermelhos... somos.
ResponderEliminarUm abraço.
L
E sempre o seremos.
ResponderEliminarOutro abraço, L.
Um cor quente , exuberante ligado ao fogo e ao sangue.
ResponderEliminarE, ao abraço., como essa homenagem ao Filipe.
Deixo um abraço vermelho pra ti.
( dei uma paradinha para assistir as férias do neto
mas estou voltando lentamente ,,,
beijinhos, doce amiga
Olá, Lis
ResponderEliminarUm abraço bem vermelho também para ti
Bonita homenagem.
ResponderEliminarBoa noite, Maria João!
Um abraço.
Obrigada, Cheia.
ResponderEliminarÉ bem merecida, esta pequenina homenagem a um bom amigo, camarada e poeta.
Outro abraço
Bom e belo dia de Sol
ResponderEliminarnem que seja de homenagem vermelha, beijinhos
Olá,
ResponderEliminarObrigada :)
Hoje o céu está azulinho, azulinho e já parou o tremendo vendaval que ontem fez por aqui...
Ainda não ouvi o noticiário, não sei se aquela tarde e noite de louca ventania foi um fenómeno local ou se se estendeu ao resto do país
Beijnhos