A TROVA (Mote e Glosa)
Mote-
Onde procuro o teu "eu",
É onde me encontro a mim...
.... .... .... .... .... .... .....
Glosa-
Meu menino, eu olho o céu
(não sei em que estrela moras...)
Minha vida é feita de horas
Onde procuro o teu "eu"
E este sonho, muito meu
Do princípio até ao fim,
É a flor que o meu jardim
Anseia até ser pecado
Porque o não ter-te encontrado
É onde me encontro a mim...
Maria João Brito de Sousa -
13.02.08-15.00h
NOTA - Este mote é uma frase minha - dois versos, apenas - e esta foi a primeira vez, em toda a minha vida, que glosei um mote.
Poema muito ligeiramente reformulado a 25.12.2015.
A cara-metade faz mesmo muita falta!
ResponderEliminarGostei de ler.
Não, por acaso não é a cara-metade. É o meu menino que morreu à nascença e que agora é uma das minhas grandes musas... loucuras de poeta!
EliminarAbraço
Lamento a perda.
EliminarMas também se poderia aplicar à cara-metade.
im, poderia. Mas não comigo, aqui e agora.
EliminarA cara-metade, no meu caso, sem ter culpa ou consciência disso, ia-me aniquilando enquanto poeta e pintora. Desejo-lhe todas as bençãos do mundo, mas estou muito feliz por estar sozinha com os meus animais. Mesmo com grandes dificuldades financeiras.
Antes Poeta por um dia do que escrava toda a vida...
Abraço!
PS- Acabo de escrever um email à COFIDIS a pedir o patrocínio... e aqui já começa a publicidade...
Atitude! Já vi que tomou uma atitude! Acredito que vai conseguir atingir o seu objectivo!
ResponderEliminarQuanto à sua estrela, ela brilhará sempre em si e aqui!
Eu vou guardar a luz desta estrela no meu coração!
E, por favor, deixe-a reluzir naquilo que lhe sai da alma, que nada nem ninguém lhe prenda o seu "ser"!
Beijinho
!
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